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Gripe Espanhola/1918: Quem matou 20 milhões de pessoas?
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Na actual discussão sobre a gripe das aves a dita “gripe Espanhola” de 1918 é sempre mencionada como exemplo para as consequências mortais que uma mutação do vírus da gripe pode ter, e para dizer que estamos prestes a enfrentar uma mutação dessas. Se quisermos formar uma opinião sobre a perigosidade destes receios, teremos de nos debruçar mais sobre a gripe espanhola. As pesquisas revelaram alguns factos surpreendentes. Aqui se apresenta um extracto do Impf-Report (http://www.impf-report.de) escrito por dois conhecidos críticos de vacinação, Angelika Kögel-Schauz e Hans Tolzin.

“Todos os médicos e pessoas que estavam vivos por altura da gripe espanhola, em 1918, dizem que foi a doença mais terrível que o mundo já viu. Homens fortes, num dia ainda saudáveis e robustos, estavam mortos no dia seguinte. A doença, além das características da peste, tinha as do tifo, da difteria, pneumonia, varíola, paralisia e todas as doenças contra as quais essas pessoas tinham sido vacinadas logo após a I Guerra Mundial. Quase toda a população fora contaminada com uma dúzia ou mais de doenças. Foi uma tragédia quando todas essas doenças começaram a declarar-se ao mesmo tempo.

No auge da epidemia fecharam todas as lojas, escolas, empresas e até o hospital. Também os médicos e o pessoal de enfermagem tinham sido vacinados e tinham adoecido com a gripe.
Afirmou-se que a epidemia da gripe de 1918 teria morto 20.000.000 pessoas em todo o mundo. Na realidade, elas foram mortas em consequência dos medicamentos e tratamentos grosseiros e mortais.”
Relatório de uma testemunha: “Só pessoas vacinadas adoecem” (Fonte original: Eleanora McBean “Vacinação condenada”, com revisão e tradução de Hans Tolzin)

Este relatório de Eleanora McBean está evidentemente em total contradição com a hipótese oficial, nomeadamente, de que tenha sido um vírus da gripe que, tendo sofrido uma mutação, originou a gripe espanhola. Porém, não é a única fonte que suspeita que a pandemia tenha sido provocada pelas vacinações em massa.
Ingri Cassel refere-se no “Idaho Observer” de Julho de 2003, ao relatório do Dr. Rosenow, um médico da época e inspector sanitário do exército dos EUA, que descreve as consequências de experiências com vacinas com cobaias. Ele diz que os pulmões ficaram afectados, um dos sinais típicos da gripe espanhola mortal. Cassel cita ainda Anne Riley Hale, uma autora que escreveu em 1935: “Como todos sabemos, o mundo jamais assistiu a uma tal orgia de vacinações como aconteceu aos soldados da Guerra Mundial.” A autora afirma mais adiante que foi entre os “homens picados da Nação”, precisamente os mais robustos e resistentes de todos e com pulmões saudáveis, que surgiu a maior taxa de mortalidade devido à tuberculose.

O Prof. E. R. Moras, médico e conhecido especialista da nutrição natural, ofereceu, por carta, o seu apoio ao Governo americano, em Novembro de 1918, e nela lamentou os milhares de mortos no exército, culpando por tal, directamente, a vacinação em massa contra o tifo e a alimentação deficiente.

Uma outra fonte, Patrick J. Carroll, citada em Maio de 2003, no "Irish Examiner", afirma que a seguir à entrada dos Estados Unidos na Guerra, em 1917, a taxa de mortalidade, devido à vacina contra o tifo, atingiu os valores mais altos da história do exército americano. O relatório deste inspector sanitário do exército demonstrou que, só em 1917, foram hospitalizadas 19.608 pessoas como consequência da vacina contra o tifo.

Segundo Carroll, corria o boato nos EUA que durante a I Guerra Mundial tinham morrido mais soldados devido a vacinas do que através do fogo inimigo. Esta declaração é da autoria do Dr. H.M.Shelton, autor do livro “Vaccines and Serum Evils”. De acordo com o General Goodwin, o exército britânico registou 7.432 casos de tifo dos quais 266 foram mortais. No exército francês, até Outubro de 1916, houve 113.165 caso com 12.380 mortos. De salientar que em ambos os países, a vacinação contra o tifo fora compulsiva.

Existem assim várias pessoas que confirmam que a vacinação em massa pode ter sido a possível causa da gripe espanhola. Sem as publicações originais é, evidentemente, muito difícil de provar o grau de veracidade. Mas podemos tentar descobrir a verdade através de um processo indirecto, na medida em que procuramos e analisamos informações  para ver se e como as peças do puzzle se encaixam.

Por S.Fernandes com Impf-Report

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Tel: 0821/81086-26, Fax -27


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  Comentários (7)
1. Saúde Perfeita
Escrito por Rui F. Souza website, em 02-07-2008 23:07
Uma outra visão do que realmente ocorreu na Gripe Espanhola de 1918 pode se ver aqui: 
 
http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/11/gripe-espanhola-de-1918_113302622182074783.html 
 
É importante se informar sobre o que aconteceu, porque hoje em dia está acontecendo a mesma coisa! 
 
Abraço, Rui.
2. A Gripe Espanhola de 1918
Escrito por Rui F. Souza website, em 31-10-2008 15:08
A Gripe Espanhola de 1918 
 
"Se desconhecermos o passado, estaremos condenados a repetí-lo no futuro" 
 
Por que é interessante entender o que aconteceu neste evento de 1918? Porque podem existir elementos que possam ser usados hoje em dia, para o combate de vírus presentes na atualidade, como aqueles da Aids, SARS, gripe aviária, etc. 
 
Em 1918, uma gripe virulenta, nunca antes vista, pareceu surgir rapidamente. Ela parecia matar em questão de horas, e espalhou-se por todo o mundo em questão de dias. Aparentemente ela apareceu simultaneamente em todo o mundo. Seu espalhamento foi mais rápido do que qualquer meio de transporte humano. Era mais mortal do que a Peste Negra da Idade Média [1]. 
 
Até hoje não há uma explicação satisfatória do porquê dessas características. Mas existia em 1918 uma invenção técnica recente através da qual a gripe pode se espalhar praticamente com a velocidade da luz. A “Gripe de 1918” se espalhou por todo o mundo, quase instantaneamente, através do telefone! Claro, esta afirmação precisa de uma explicação e de prova, que tentaremos apresentar abaixo. 
 
No início dos anos 1890, um químico norte-americano aperfeiçoou um remédio caseiro conhecido como Chá de Aspen. Este chá, de gosto ruim, continha ácido acetilsalicílico, que causava muita náusea e vômitos, mas aliviava muitas dores. Essa poção foi posteriormente neutralizada , amortecida e sintetizada, e então vendida para a companhia alemã Bayer, como um aliviador de dores. A Bayer, para vender este remédio nos EUA e na Europa, deu a ele o nome de Aspirina, combinando o nome do Chá de Aspen, comum nos EUA, com o “Chá de Spirain”, comum na Europa e feito com as folhas de uma árvore chamada Spirae. 
 
No final dos anos 1890, a aspirina já estava disponível na forma de pílulas, substituindo os chás de Aspen e Spirain, para aliviar dores, principalmente de artrite nas juntas. No entanto, muitos usuários descobriram, por acidente, um efeito colateral interessante: se você estivesse com uma febre, quando você tomasse a aspirina, a febre iria logo embora, junto com a dor. Que grande descoberta! Ela parecia curar rapidamente o resfriado comum e a gripe. 
 
Em 1915, a Bayer ganhou na justiça o direito exclusivo do nome comercial de Aspirina, quando ela fosse vendida como um analgésico para aliviar dores. No entanto, a mesma decisão judicial, permitia que outras companhias usassem o nome Aspirina se, em seus anúncios e bulas, fosse dito que seu produto era um agente anti-febril ou um redutor de febre. Esta decisão judicial esquisita está em vigor até hoje. Hoje você pode comprar uma aspirina da Bayer para aliviar dor e, na prateleira do lado, comprar Tylenol, Bufferin, Anacin e muitos outros, todos contendo aspirina, para o tratamento de resfriados, gripes e febres. Reduzir febre não consta da solicitação da patente original da Bayer, pois a Bayer, em 1895, não sabia do uso da aspirina como redutor da febre, e não fez esta solicitação em seu pedido original de patente. 
 
Como que essa decisão judicial se encaixa com o rápido espalhamento da Gripe de 1918? Precisamos, primeiramente, entender que a defesa primária que o corpo humano tem, para estancar o espalhamento das infecções virais, é produzir uma febre! A febre não é um sintoma da doença, mas sim uma resposta curativa do sistema imunológico anti-viral primário do corpo humano. A febre impede os telômeros, nas extremidades do RNA viral, de fazerem cópias de si mesmos. 
 
Os telômeros são como um zíper que abre e separa a nova cópia do RNA dentro de alguns milisegundos, mas os telômeros são sensíveis à temperatura e não se abrem em temperaturas acima de 38,3 ºC [ 101 ºF ]. Portanto, a alta temperatura da febre impede o vírus da gripe de se dividir e se espalhar. É uma resposta do sistema imune que apenas os mamíferos desenvolveram para evitar o espalhamento das infecções gripais virais, que mais de 90% vêem dos pássaros. Praticamente todas as gripes são uma forma de “Gripe Aviária”. Algumas formas de gripe vêem de répteis, quando são chamadas de doenças tropicais, pois é o lugar onde a maioria dos répteis vivem. 
 
Os médicos, no começo do século XX, não sabiam sobre isso, e mesmo hoje muito poucos médicos estão cientes de que a febre não é um sintoma de doença, mas é a forma única e primária para o corpo humano estancar as infecções virais. Se você para ou reduz a febre, os vírus ficam livres para se dividirem e se espalhar de forma incontrolada por todo o corpo. 
 
Criando-se uma febre [isto é, aumentando-se a temperatura do corpo], a infecção viral perde velocidade suficientemente para que as células T do sistema imunológico do corpo possam encontrar as células infectadas [principalmente no pulmão], cerca-las e metabolizar [literalmente, comer] as células danificadas com ácidos fortes que também rompe os vírus em pedaços de aminoácidos básicos. Isto efetivamente “mata” os vírus de tal forma que eles não conseguem se reproduzir. No entanto, os vírus não são coisas vivas, e você não pode matar algo que não é vivo. Tudo o que o corpo pode fazer é destruir ou dissolver a cadeia de aminoácidos do RNA que constitui o vírus. 
 
Não sabendo disso, a maioria dos médicos tratam a gripe com aspirina e redutores de febre, como um tratamento paliativo para diminuir as dores e os efeitos da febre. O resultado é que dentro de algumas horas a febre abaixa e o paciente se sente muito melhor. O que nem o médico nem o paciente sabem é que agora, com uma temperatura do corpo normal de 37 ºC [ 98.6 ºF ], os vírus ficam livres para se reproduzirem de forma ilimitada. Dentro de 72 horas, os vírus se reproduzem de alguns para milhões ou bilhões. O corpo está agora completamente dominado. Mas enquanto se está tomando a aspirina ou os medicamentos contra o resfriado, não existirão sintomas ou avisos do que está por vir. 
 
Como uma última tentativa, o corpo tenta descarregar a infecção de bilhões de vírus dos pulmões através de quantidades massivas de células T e de fluidos nos pulmões, para “tossir fora” os vírus. Isto é chamado de pneumonia viral. Logo, dentro de horas, o paciente estará no hospital. Os médicos tentam tratar a febre, agora já de 40,6 ºC [105 ºF], com mais aspirina anti-febril ou medicamentos semelhantes para “tratar da febre”. Então, dentro de mais 24 horas o paciente, se sufocando e ofegando para respirar, estará morto. 
 
Você deve notar que a infecção original realmente causou uma leve febre, padecimento e dor, que o paciente se “auto-medicou” com produtos anti-térmicos prontos da farmácia. Nos dias seguintes, o paciente pareceu não ter sintomas, mas na realidade estava propiciando o crescimento de bilhões de cópias do vírus da gripe nos seus pulmões. Então, uns dias mais tarde, o paciente e o médico parecem ver um caso repentino e acelerado de infecção gripal viral que está agora dominando o corpo. O que aconteceu realmente? O que causou a morte do paciente? Foi o vírus original da gripe ou foi o uso da aspirina que baixou a febre da gripe, que então paralisou a resposta do sistema imunológico do próprio paciente? Obviamente, o correto é a última opção. Portanto, como isso causou o espalhamento rápido e massivo da Gripe de 1918? 
 
A Bayer e as outras companhias farmacêuticas resolveram suas divergências na justiça, a respeito da aspirina, durante o transcorrer da Primeira Guerra Mundial [de 1914 a 1918]. Durante esta guerra, a maior parte da produção de produtos com aspirina estava indo diretamente para as linhas de frente na França, para tratar os soldados infectados nas trincheiras imundas. Os médicos dessa guerra sabiam que a aspirina podia reduzir rapidamente uma febre. Se um soldado tinha uma febre, os médicos davam aspirina para ele. Magicamente, a febre diminuía, o soldado se sentia melhor e rapidamente era enviado de volta para lutar. Então, três dias depois o mesmo soldado estava de volta, agora com uma severa pneumonia e morria no dia seguinte. Nenhum médico fazia então a conexão entre a aspirina e a morte por pneumonia, já que as trincheiras estavam repletas de outras doenças, aparentemente relacionadas, como difteria ou tuberculose. Morte e morrer na linha de frente era coisa comum, e portanto nenhuma investigação detalhada foi feita. A aspirina parecia ser uma dádiva de Deus, pois ela permitia que os soldados doentes rapidamente voltassem logo para os combates. 
 
Com o término da guerra [anúncio do Armistício], em 11 de novembro de 1918, os combates terminaram e os soldados começaram a voltar para casa. Os soldados em todo o mundo começaram a anunciar as boas notícias para suas famílias em casa. “Olá mamãe, eu estou voltando para casa. Vejo você e o papai no próximo domingo. O que, a tia Estela está com febre? Diz a ela para tomar algumas aspirinas. Sim, aquele medicamento da farmácia usado para tratar de dores. Diz para tia Estela que nós usamos a aspirina na França. Funcionou imediatamente e a febre sumiu. OK, nos vemos no próximo domingo...”. Telefonema típico naqueles dias. 
 
Portanto, o que a Estela faz? Ela toma a aspirina, que a bula da Bayer apenas diz que é para “dores” e nada diz sobre febres. Ela toma a aspirina e magicamente a febre vai embora, e ela se sente muito melhor, praticamente curada. Ela está tão melhor que ela resolve montar a cavalo e ir visitar sua irmã Lúcia em um pequeno povoado, onde Lúcia e seus filhos estão com febre. O pequeno povoado não tem telefone e nem estradas de acesso, apenas uma trilha que o liga ao mundo. Mas, dentro de horas após o soldado ter telefonado para casa, através de comunicação boca-a-boca, todas as pessoas do pequeno povoado rural está agora tomando aspirina para tratar febres. Como a nova informação veio de um soldado, do exército e do governo, ela certamente é verdade!! 
 
Dentro de uma semana após o Armistício de 1918, através do telefone, cabos submarinos e de rádios de ondas curtas entre navios e terra usando o código Morse, a mensagem foi espalhada celeremente em todo o mundo: “Está com febre? Tome aspirina. Ela funcionou na França, ela irá funcionar para você.” A mensagem se espalhou praticamente com a velocidade da luz através de milhões de linhas telefônicas espalhadas por todo o mundo. A notícia da “cura milagrosa” inclusive se espalhou via boca-a-boca em poucos dias, até para lugares sem telefones e sem estradas. Uma curiosidade: a epidemia foi chamada de "Gripe Espanhola" porque a Espanha, que não estava na guerra, foi um dos primeiros países a divulgar essa doença. Os países que estavam em guerra não divulgavam essa doença, por questão de segurança nacional [nem o uso da aspirina para combater febres]. 
 
Misteriosamente, uma semana após o Armistício, médicos em todo o mundo começaram a receber milhares de pacientes doentes e morrendo. Ninguém conseguia descobrir a razão. Os próprios pacientes nunca reportavam que apenas uma semana antes eles tinham tido uma pequena febre. A febre era tão fraca que quando eles tomaram algumas aspirinas, ela simplesmente desapareceu. Ninguém fez a conexão. Os médicos apenas viam, em 24 de novembro de 1918, milhares de pacientes muito doentes com febres altas, pulmões cheios de líquido, e morte rápida em questão de um dia. 
 
A profissão médica nunca tinha visto algo igual, até hoje. Parecia ocorrer simultaneamente em todo o mundo e inclusive chegava a pequenos lugarejos afastados, sem telefones e estradas. Como poderia existir tal doença mortal massiva que se espalhava tão velozmente? Ela não existia. Não era uma doença! Era um novo uso de um velho remédio caseiro que todos já tinham na sua farmacinha caseira, a aspirina Bayer para reduzir febre. 
 
A profissão médica, completamente perdida na explicação disso, simplesmente a chamou de “Gripe Espanhola” ou a “Gripe de 1918” ou nomes similares. Era um mistério sem fonte conhecida. Até agora, ninguém conseguiu provar a existência de qualquer patógeno [“microorganismo causador de doença”] único responsável por essa situação. Mesmo que alguém conseguisse, ainda não conseguiriam explicar seu aparente espalhamento, quase com a velocidade da luz, em todo o mundo num prazo de uma semana. 
 
Até hoje não existe explicação. Mas agora você sabe. A “doença” não era causada por um único patógeno, mas por muitos dos centenas de tipos similares de gripe que estão sempre presentes em qualquer época em todo o mundo. O que foi diferente em novembro de 1918 foram as centenas de milhares de chamadas telefônicas praticamente simultâneas dos milhões de soldado voltando da guerra dizendo “...diga a tia Estela para tomar aspirina. Ela funcionou na França. Ela irá funcionar para ela...”. Ninguém fez a conexão entre o espalhamento da gripe de 1918 com os telefonemas dos soldados. 
 
Os mesmos agentes patogênicos de 1918 estão presentes hoje em dia. O que é diferente hoje é que os produtos contra gripe e resfriado são vendidos e utilizados o ano inteiro. Isto resulta na morte de mais de um milhão de pessoas por misteriosas pneumonias virais, a cada ano, porém distribuída no ano inteiro. Em 1918, o novo uso da aspirina para tratar gripes e resfriados começou ao mesmo tempo em novembro, portanto criando a falsa impressão de um surto massivo e rápido de uma nova doença. 
 
Hoje temos esses mesmos vírus causando a SARS, a Aids [vírus HIV], a gripe aviária, etc. Todas essas doenças não matam ninguém, são os TRATAMENTOS ERRADOS [usando o AZT para combater o vírus HIV da Aids, por exemplo] que matam as pessoas contaminadas por esses vírus. O espalhamento dessas epidemias em muitos países [chamado, então, de pandemia] ficou agora muito mais fácil, com o uso da internet. O rápido e contínuo espalhamento de informação errada está matando milhões de pessoas. “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará (e salvará)!” 
 
Esta conexão entre (temperatura mais elevada) e (combate a agentes patogênicos no corpo humano) me levou a especular sobre a razão científica de várias recomendações normalmente feitas para melhorar nossa saúde, como fazer exercícios, caminhadas, etc. que aumentam a temperatura de nosso corpo, podendo freqüentemente fazê-lo expelir suor. Talvez esteja aí o motivo dos resultados saudáveis associados ao banho de vapor (sauna), banho de sol, etc e a nossa paixão por um bom banho quente e por dormirmos bem agasalhados.... 
 
Febre é a cura em andamento, percebeu? 
 
Fique atento para detectar as propagandas enganosas!! 
 
Outro fator que contribuiu muito para a grande mortandade de pessoas nesta ocasião foi a injeção de vacinas de péssima qualidade em milhões de pessoas para combater esse mal [2]. 
 
Um grande abraço, Rui. 
 
Fontes: 
[1] http://www.loveetaherbal.com/NewsletterIndex.htm 
 
[2] http://www.grifo.com.pt//index.php?option=com_content&task=view&id=73&Itemid=34
3. gripe espanhoa
Escrito por ILGONI CAMBAS BRANDAO BARBOZA, em 21-04-2010 09:49
Muito bom.
4. Surpreendente
Escrito por Ariel Magalhães, em 17-03-2010 00:43
Caramba, com certeza essa pagina foi uma das melhores que ja vi na internet, e valorizo isso pelo conhecimento apresentado e pela explicação do Ruy, espetacular, não tinha conhecimento disto e a partir de agora estarei pesquisando sobre isso.
5. Fascinante
Escrito por Francisco José Sousa, em 04-06-2010 00:47
Com certeza esta página fez com que eu visse por um outro ângulo outras possibilidades a respeito da Gripe Espanhola.VALEU!!!
6. Caramba
Escrito por Estéfani JOSÉ Agoston GR website, em 29-06-2012 04:30
Caramba, como de simples hipóteses se constroem fatos. Como se fosse uma construção, cria-se um tijolo "telefonema de um soldado para tia Estela" e se vai empilhando conjecturas. 
 
Porém onde está o embasamento, provas?
7. Discordo
Escrito por Estéfani JOSÉ Agoston GRIFAO website, em 25-07-2013 18:52
Minha experiência pessoal, é que infecções violentas que tive, de origens tipo gripes, sempre desapareceram com bruscas quedas de temperaturas; febres até de 42ºC que tive (registrado em termômetro) que não cediam a custo nenhum, cederam quanse rebaixei minha temperatura com meios artificiais. Sugiro ao articulista buscar saber do porque residentes em temperaturas glaciais, tipo esquimaus e até os da Sibéria, raramente ou nunca, contraem gripes, pneumonias.

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