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A Ralé da África? O que a política e os 'media' não dizem sobre a maré de refugiados
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Por Udo UlfkotteImage

Fonte: KOPP Online, sexta-feira, 24 de Abril de 2015

Também pertence aos que pensam que a maré de refugiados chega até nós sem qualquer plano pré-elaborado? Então, ainda não deve conhecer o futuro negócio que, supostamente, espera os imigrantes africanos aqui na Europa. Pelo menos, existem factos que nos despertam a atenção.

É um facto conhecido que os serviços secretos estão a par dos mecanismos das “redes de arrasto”. Têm o número dos telemóveis dos que organizam as viagens de África para a costa europeia. As conversas são escutadas e eles são vigiados. Porém, as rusgas são ocasionais. Então, porque é que “autorizam” as viagens? Esta é a primeira pergunta importante.

A segunda pergunta é: Porque é que os recém-chegados refugiados à procura de asilo recebem das autoridades de imigração alemãs uma autorização de residência válida por 18 meses, em vez dos 3 meses estipulados por lei? 

Ainda mais espantoso: Porque é que dispensam de consultar os serviços de segurança para a concessão de autorizações de residência, em todo o país? Ou seja, já não se fiscaliza se são criminosos ou militantes islamitas que entram no país à procura de asilo? Que se passa nos bastidores?

E porque é que o representante diplomático do Congo, junto das Nações Unidas, em Genebra, diz que os migrantes, que desde 2011 partem do continente africano em direcção à Europa, são a ralé de África? Ele trata abertamente por “ratazanas” os que nós consideramos “concidadãos em potência”.

Serge Boret Bokwango, diplomata nas Nações Unidas, goza de imunidade diplomática e não precisa de temer qualquer acção penal, na Europa, por tais declarações. Ele afirma sentir uma grande vergonha e fúria contra esses “imigrantes” africanos que se comportam quais ratazanas “que invadem as cidades”.

Trata-se de um “êxodo monumental da ralé para a Europa”. Não imaginamos um político alemão ou austríaco a designar por “ralé, escumalha e ratazanas” os seus compatriotas que cada vez em maior número aparecem aqui.

Resumindo: diplomatas africanos chamam “ralé da África” aos seus compatriotas que, em massa, atravessam o Mediterrâneo em pequenos barcos. Os nossos serviços secretos conhecem os nomes e os barcos, contudo, nada fazem.

Não investigamos se os imigrantes têm um passado criminoso ou se planeiam alguma acção radical islamita. Deixamos entrar todos no país e concedemos, aos que reclamam, asilo político – contrariamente à legislação sobre permanência no país – autorização de residência com uma tolerância de 18 meses, em vez dos 3 meses estipulados. Há qualquer coisa que não bate certo.

Talvez uma vista de olhos aos EUA nos forneça uma resposta possível. É que na indústria prisional trabalham milhares de pessoas por menos de €40 por mês. Na Alemanha, uma prisão custa cerca de €107 por mês, mas é financiada pelos contribuintes.

Se a indústria prisional precisar de trabalhadores-escravos, os imigrantes africanos virão mesmo a calhar. Afinal de contas, tal como as americanas, as cadeias alemãs também vão ser privatizadas.

A partir dos EUA, instituições tais como a Corrections Corporation of America (CCA) e a Wackenhut Corrections Corporation (WCC) conquistaram cada vez mais o mercado internacional da indústria prisional. Na Alemanha, as disposições legais eram contrárias à privatização das cadeias, até agora.

Mas existem há anos primeiros ensaios bem-sucedidos para uma “privatização parcial”, nomeadamente, com a JVA Hünfeld em Hessen. Tencionam privatizar cada vez mais cadeias, na Alemanha, segundo o exemplo da JVA Hünfeld.

Os media alemães não falaram destes planos até agora. Tal como na antiga RDA, vai tratar-se de uma espécie de campo de trabalho onde detidos vão trabalhar para grandes empresas como mão-de-obra barata, por muito menos do que o salário mínimo de €8,50 por hora. Aliás, por menos de €40 por mês!

Nem as costureiras do Bangladesh trabalhariam por esse valor. Para alimentar esta indústria prisional, deixam-se entrar no país multidões de pessoas que os diplomatas africanos designam por “ralé da África”.

Será que se trata de uma teoria de conspiração ou da realidade? Esperemos para ver. Mas é algo que os nossos políticos seriam muito capazes de engendrar.

Mais uma referência: A JVA Bremervörde era, em 2012, a quarta penitenciária parcialmente privatizada, na Alemanha. A primeira do género, a JVA Hünfeld (Hessen, Landkreis Fulda), começou a funcionar em fins de 2004.

Seguiram-se Offenburg (Baden-Württemberg) e Burg ((Sachsen-Anhält). Nos próximos meses mais 17 JVA serão privatizadas ou parcialmente privatizadas, e com a colaboração de empresas industriais serão transformadas em locais de trabalho a tempo inteiro.


Lido: 1895

  Comentários (1)
1. Escrito por Fernando Romão, em 10-01-2017 17:25
Não me surpreenderia se assim fôr! Nada que não tivesse sido imaginado, por exemplo, no Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley!

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