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"Toda a Verdade passa por três fases.
Primeiro, é ridicularizada.
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Terceiro, é aceite como evidente"
Schopenhauer

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A Americanização da Europa Moribunda
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Por Dipl. Ing. P. Dosse (Fevereiro de 2015)Image

Caros vizinhos, caros compatriotas, caros amigos,

A Alemanha está a viver tempos conturbados. Creio que alguns poderão lamentá-lo, mas está na altura, caso não queiramos - segundo a expressão do Sr. Sarazin - ser suprimidos e passarmos a ser minoria, devido à imigração de estrangeiros para este país. Os media estão a fazer tudo para abafar a contestação que começa a surgir contra o Governo Merkel. A tradicional cacetada aos nazis e extremistas de direita já não colhe, visto serem demasiados e, segundo os resultados de um inquérito, essencialmente pessoas da classe média que apoiam os protestos.

Por que chegámos a este ponto? Temos de retroceder bastantes anos, dado os objectivos actuais, que estão quase concluídos, terem sido estabelecidos há mais de 102 anos.

Em 22 de Novembro de 1913 foi fundado o banco emissor FED (Federal Reserve System) dos EUA. Nesse encontro secreto, pessoas específicas trabalharam num projecto de lei para a introdução de um sistema bancário central onde, por motivos estratégicos e considerações tácticas, conceitos como “banco central” e “banco” eram totalmente evitados. Em vez disso, optaram pelo nome “Federal Reserve System” (Sistema Federal de Reservas”). Contudo, o Federal Reserve não é uma repartição federal, nem tem quaisquer reservas. O “dinheiro” (falso) por ele cunhado e emitido é particular. O FED é uma instituição privada, orientada para o lucro, e ilegal, com o monopólio concedido pelo Estado (contra a Constituição) para a emissão ilimitada de “dinheiro” sem produção própria (“contrafacção” legalizada!) o qual serve para empréstimos, contra juros e juros compostos(!), ao Governo e a outros bancos. É propriedade exclusiva da casa, melhor dizendo, da família Bauer, ou “R”.

J.F. Kennedy, que queria dissolver o FED e voltar ao padrão-ouro, teve de pagar esta intenção com o seu assassínio (também a 22 de Novembro de 1963, precisamente 50 anos após a criação do FED. Que coincidência!). O primeiro Acto Oficial de Lyndon B. Johnson, seu sucessor, foi a anulação da respectiva lei. O FED é o mal fundamental do sistema de juros e de juros compostos, e da crise económica mundial que já dura há vários anos.

Richard Coudenhove-Kalergi (1894-1971), o “padrinho” da União Europeia, publicou, já em 1924, o plano para uma ‘Europa Unida’ pela morte cultural dos povos europeus e sua substituição por uma raça mista eurasiática-negroide. Um dos elementos centrais deste plano era a promoção da imigração maciça de não brancos. Desde então, uma “aliança malévola” de racistas de esquerda, de capitalistas e outros, trabalha conscientemente com o firme propósito de causar a nossa “extinção” nos nossos países de origem, através da imigração e do cruzamento de raças. Tudo começou com a afluência de mão-de-obra estrangeira, nas décadas de 60 e 70. Numa segunda leva, chegaram os turcos, sobretudo, da paupérrima Anatólia, e com eles o Islão. Após o assassinato de Muammar al-Gaddafi, na Líbia, (ele era um baluarte contra a emigração dos africanos negros) está prevista a imigração de 50 milhões de africanos negros, para a Europa, ao longo de vários anos. O britânico Nick Griffin fala do genocídio direccionado contra os europeus, no Parlamento Europeu. Para convencer os alemães e demais europeus a alinhar num programa desses, diversas operações de false flag foram realizadas pelos vários serviços secretos interessados. Começou com Mölln e Solingen, na Alemanha, e com as correntes humanas organizadas na altura. Seguiu-se a festa da cerveja de Munique, Sebnitz, Rostock, Hoyerswerda. A seguir a NSU com o assassinato dos dois suspeitos principais. Com Frau Zschäpe, nem tudo correu na perfeição. Se ela tivesse ficado em casa durante a explosão, e se não tivesse sido alertada por telemóvel por um traidor do Ministério do Interior, não teria sido necessário nenhum processo.

No estrangeiro, temos Boston, Londres e o derrube do MH17 da Malaysia Airlines, entre outros. Há que perguntar sempre: cui bono, quem ganha com isso? Agora abala-nos Paris, e também aqui tudo aponta para uma operação de false flag. É que o agente da polícia não foi abatido a tiro. No vídeo vê-se perfeitamente a bala fazer ricochete no passeio e criar uma pequena nuvem de pó. Uma bala de uma Kalashnikov teria aberto o seu crânio e criado muita perda de sangue. Mas não se vê nada disso. Tudo isto está na Internet. Subsequentemente, o chefe da polícia de Paris “suicida-se”. Existem mais informações sobre isso, mas vou omiti-las aqui.

A expressão “imprensa de mentira” foi declarada a expressão do ano 2014. Isso não vai ajudar muito. Em consequência do atentado de Paris foi-nos mostrada uma grande manifestação, com a presença de cerca de 50 chefes de Estado. A Internet revelou que os chefes de Estado não desfilaram. Eles reuniram-se numa rua lateral protegida, para as filmagens das televisões, sendo as imagens pré-editadas e colocadas à frente da multidão de manifestantes. Para cúmulo, as imagens foram trabalhadas depois no jornal ‘Haaretz’ onde as senhoras (a Sra. Merkel também) foram eliminadas.

Pois bem, a Internet serve para algumas correcções, assim, a estupidificação de povos isolados já não é tão fácil conseguir, como era há 10 anos. Isso tem as suas consequências, também na burguesia onde, em geral, não conseguem imaginar haver tanta falsidade. O desejo de franqueza, de honestidade, está profundamente enraizado no nosso povo. Nós não temos lugar no cérebro para a maioria das mentiras.

Mas a mentira está omnipresente e influencia extraordinariamente o nosso dia-a-dia. Evidentemente, temos de incluir também as grandes mentiras da História do século passado. Em 03.10.2010, o vigésimo aniversário da “Reunificação”, venceram-se os últimos juros, no montante de quase 200 milhões de euros, do empréstimo do Estado, emitido nos anos vinte, para financiar os pagamentos de indemnização da Alemanha após a guerra (Tratado de Versailles).

A mentira, quanto à Alemanha ser a culpada unilateral da I Guerra Mundial, só foi abolida no ano passado, graças a várias publicações, por exemplo, do britânico Christopher Clark, ‘Os Sonâmbulos’, na Austrália.

Sobre a mentira da Alemanha ser a culpada da II Guerra Mundial, o major-general Gerd Schultze-Rhonhof a.D. escreveu um livro intitulado ‘A guerra que tinha muitos pais’. Nele salientam-se múltiplas implicações da Polónia, nossa vizinha, da Chechénia e Inglaterra. Segundo Churchill, ‘Esta é uma guerra inglesa e a Alemanha não a pode impedir’.

A isto acrescem acontecimentos históricos que foram consagrados na lei; qualquer abordagem destes temas dá origem ao perigo iminente de um processo judicial. Um processo inaceitável num país liberal com uma investigação liberal. Inaceitável. O artigo 138 é para ser deitado fora, algo que até foi declarado em toda a Europa. Contudo, ainda não originou qualquer reacção em Berlim.

E agora começa a haver manifestações na Alemanha. Eles intitulam-se PEGIDA (europeus patrióticos contra a islamização da Alemanha) Legida como filial em Leipzig e PEGADA (europeus patrióticos contra a americanização da Alemanha). Numa destas manifestações (Legida) um dos oradores disse que o seu maior desejo era que a brecha que existia no seio do povo fosse sanada. Faço minhas as palavras dele. Quem organiza as ditas ‘contra-manifestações’ pagas pelo Estado, com dinheiro dos contribuintes, a €10,- (e há quem diga a €25,-) por cabeça e por manifestação? Com palavras de ordem de “Alemanha nunca mais”, morte à Alemanha”, “Alemanha maldita” entre outros. A decadência do nível político-intelectual até à imbecilidade atinge aqui a sua expressão extrema no “anti-alemão”. Termos como “colorido em vez de castanho” ou “abertura de espírito e tolerância” evidenciam uma falta de alternativa ilógica que não define um fim para a imigração nem a internacionalização dos nossos fundos sociais, com a sua finitude. Não podemos ser o asilo do mundo. Aliás, essa posição desmoronar-se-á dentro em breve, por as condições já não serem adequadas, para uma admissão ilimitada de imigrantes económicos. Quem desta forma utiliza o termo “refugiados” ad absurdum não os compara com os refugiados da II Guerra Mundial. Quem defende os refugiados sírios terá de se perguntar:

1.Quem provocou o conflito da Síria, o conflito do Iraque, o conflito da Líbia, o conflito do Afeganistão, o conflito da Somália, o conflito do Mali, o conflito da Ucrânia, entre outros… (tudo países petrolíferos)?

2. Porque é que os Estados árabes limítrofes da Síria não acolhem refugiados? Seria mais perto, as pessoas manter-se-iam na sua esfera cultural e, após o fim do conflito armado, poderiam regressar às suas casas. Seria um caminho humano e compatível com os direitos humanos.

3. Será que as multidões de refugiados de todos os cantos do mundo são apenas produzidos para realizar o plano do Sr. Coudenhove-Kalergi? Só seria preciso recambiar os barcos encontrados no mar com os refugiados e devolvê-los ao continente africano. Os bandos de angariadores com os seus métodos desumanos depressa estariam na penúria.

Que fazer de seguida? Os políticos perceberam que não mais podem varrer as preocupações da população para debaixo do tapete. Estão a ser criados refúgios (tais como p.ex. a AfD = Alternative für Deutschland), parte da direcção da PEGIDA também está envolvida), destinados a captar as resistências existentes do povo. Será que é o suficiente? Ou teremos de trabalhar num conceito totalmente novo?

Não será altura, 70 anos depois do fim da II Guerra Mundial, de repensarmos e re-estruturarmos questões fundamentais, na Alemanha, como também na Europa? Afinal, não podemos continuar a desenrascar-nos assim, até que esta estrutura financeira empolgada nos caia definitivamente sobre os pés.

Aqui estão só algumas das exigências possíveis para uma vida, na Alemanha e na Europa, que poderão harmonizar a nossa convivência, a longo prazo:

1. Sair da NATO (uma aliança de agressão) e da EU.

2. A retirada de todas as forças de ocupação da Alemanha (160.000 americanos e 25.000 britânicos) e também as armas atómicas americanas aqui armazenadas.

3. Supressão das cláusulas referentes à Alemanha como país inimigo.

4. Uma Constituição para a Alemanha baseada na jurisprudência em vigor.

5. Reinstituição do direito internacional em vigor, também na Alemanha.

6. Criação de uma Europa de pátrias, em conjunto com uma Rússia equiparada.

7. Nenhum TTIP nem CETA ou demais acordos que nos levam a depender dos grandes consórcios e pretendem fazer regredir o nível do nosso meio-ambiente.

8. Plebiscitos populares sobre as importantes questões futuras.

9. Acabar com a liquidação do nosso país, dos nossos bens estatais.

10. O regresso imediato do nosso ouro dos EUA, Inglaterra e França

11. Criar de imediato um sistema social europeu.

12. Programas de repatriamento para estrangeiros, aplicação das leis vigentes.

13. Abolição do sistema de juros e de juros compostos.

14. Política da família: favorecer as famílias com 3 filhos.

15. A política de saúde deve incluir a “Medicina Germânica”.

16. Nenhum chip para todos (para substituir o bilhete de identidade como planeado a partir de 01.01.2016).

17. Conservação do dinheiro vivo (“o homem de vidro”).

18. Respeito pela privacidade de cada um.

Seria possível prolongar e variar a lista. Procuram-se novas ideias, mas elas não são desenvolvidas pelos governantes por estarem amarrados a este sistema (até agora, todos os Chanceleres tiveram de assinar a Acta do Chanceler, em Washington, em que aceitavam a governação através da América).

O Presidente Obama disse, em 05.06.2009, por ocasião de uma visita a Ramstein: A Alemanha é e continuará a ser um país ocupado. Não devíamos alterar aqui alguma coisa, em colaboração com os nossos vizinhos europeus? Também eles sofrem com as mesmas condições insustentáveis. Será preciso haver uma guerra civil, mobilizar o exército contra os seus conterrâneos? (Já existem unidades correspondentes). Não devíamos finalmente escolher pessoas que se responsabilizam pela Alemanha e também pela Europa, que não surgem através de uma qualquer proporção de partido, mas por eleições livres e directas, e que assim também defendam interesses alemães?

«Imputaram na população da República Federal da Alemanha uma culpa eterna. Em contrapartida, os da Alemanha Central (ex-RDA) têm mais possibilidade de ver o mundo de forma imparcial.

A alma alemã continua a ser território ocupado. Ou os alemães se escondem ainda mais na sua fuga para dentro ou se entregam totalmente à frivolidade. Que futuro tem uma pessoa cujo governo, os media e as figuras proeminentes se colocam contra os seus interesses? Alemães, libertem-se do jugo!»

Gerard Menuhin

Preocupado com o nosso futuro e a nossa pátria!


Lido: 1622

  Comentários (1)
1. É por estas e por
Escrito por Youhei website, em 10-01-2017 16:38
«É por estas e por outras que eu acredito que Marvão, com a sua singularidade, terá ainda um futuro risonho». Ora nem mais, transcrevo e assino por baixo!

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