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Pandemia provocada por um super agente patogénico
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Por Mike Adams

Fonte: KOPPONLINE (28.04.2014)

O MERS, um vírus mortal, está fora de controlo na Arábia Saudita e está a propagar-se para o Egipto. É o início de uma pandemia mundial.

Há muito que observadores inteligentes sabem que já não é possível evitar uma pandemia provocada por um super agente patogénico. A Humanidade criou as condições ideias para tal, ou seja, a escassez de alimentos a nível mundial, um sistema imunitário enfraquecido no ser humano, uma densidade populacional muito elevada, o tráfego internacional a alta velocidade e a sistemática utilização abusiva de antibióticos, na medicina. Super-bactérias resistentes a medicamentos, tal como o MERS (Middle East Respiratory Syndrome) são 100% imunes a qualquer tipo de tratamento da medicina convencional. Na medicina convencional não existe qualquer antibiótico, nenhuma vacina e nenhum tratamento que consiga travar estas bactérias. Portanto a infecção é mortal. Soubemos que ela está fora de controlo na Arábia Saudita, algo que deixou os especialistas em estado de alerta.

Ian Mackay, professor assistente no Australian Infectious Diseases Centre na Universidade de Queensland, adverte-nos do que pode estar eminente. Nos últimos 30, dias o número de casos registados, na Arábia Saudita, subiu de 1 a 3 por dia, para mais de 10. Algo bastante assustador. (1)

«MERS é uma doença bastante grave para os que sofrem de uma doença crónica», escreve Ian Mackay no seu blogue. «Por exemplo, pessoas com diabetes, doenças renais, doenças cardíacas e circulatórias, os que sofrem de tenção arterial elevada, doenças pulmonares, obesidade ou que tenham tumores malignos. Os fumadores e os que tomam esteróides também correm perigo.»

Só em Abril foram registados 140 casos. Em 2014 já foram detectados mais casos do que em 2013.

Segundo uma análise dos dados levada a cabo por Mackay, o pessoal de enfermagem também é infectado. 7% dos infectados morrem. Mackay escreve no seu blogue (2): «Durante o surto de Abril, o número de enfermeiros infectados subiu para 84, tendo morrido 7%. Os casos de morte entre o pessoal de enfermagem representam agora 1,6% devido ao MERS-CoV. Este aumento de baixas é devido ao surto em Jeddah, mas também devido ao aumento do pessoal de enfermagem, nos Emirados Árabes Unidos, dois acontecimentos não explicados até agora.»

Quando familiares do pessoal de enfermagem são infectados eles, normalmente, transmitem a doença por, sem querer, contaminarem outros doentes. Consequentemente, durante uma epidemia, os hospitais podem rapidamente transformar-se em lugares muito perigosos por causa de ali ser maior o perigo de contágio. Os hospitais transformam-se em “centros” que espalham a doença e fortalecem a pandemia. Aliás, foi o que se observou em relação à epidemia do vírus Ébola.

O MERS propagou-se agora para o Egipto

Segundo o Los Angeles Times (3), o MERS propagou-se agora da Arábia Saudita para o Egipto.

A televisão estatal comunicou, no sábado, a descoberta do primeiro caso detectado no país. O doente, que foi internado num hospital no Cairo, estivera há pouco na Arábia Saudita, onde o vírus tinha sido identificado.

Temos agora o primeiro caso documentado em que as fronteiras do MERS foram ultrapassadas e em que este se transforma num super agente internacional. É apenas uma questão de tempo até que as pessoas que se deslocam à Arábia Saudita introduzam esta bactéria noutros países.

A medicina convencional está completamente indefesa contra o MERS

Na propagação do MERS é particularmente alarmante que os instrumentos da medicina convencional – medicamentos, vacinas, cirurgias – contra o MERS e muitos outras super-bactérias sejam completamente inúteis.

Se pacientes se infectarem e forem para o hospital, aí têm pouco mais para lhes oferecer do que o possível contacto com outras super-bactérias que actualmente se encontram nos hospitais. Metade das enfermarias está infectada com super-bactérias. As super-bactérias matam 48.000 doentes, por ano, só nos Estados Unidos. Os vírus super patogénicos mortais grassam nos hospitais e lares de Terceira Idade, na Califórnia.

Os hospitais orientados para a medicina convencional são obrigados a zelar pelos interesses das empresas farmacêuticas e, consequentemente, recusam-se a reconhecer e receitar terapias que não sejam patenteadas por estas. Isto significa que os hospitais vão recusar-se a prescrever terapias com plantas que conseguem bloquear as infecções causadas pelo MERS. Por exemplo, o preparado “Minor Blue Green Dragon”, que contém uma substância muito eficaz, que inibe a pandemia e que a FDA dos EUA proibiu.

Na próxima pandemia, a medicina convencional vai matar milhares de pessoas

Se esta infecção se espalhar pelo mundo, vão morrer milhares de pessoas que confiam exclusivamente na medicina convencional. Serão vítimas de um sistema de medicina que suprime, ou até proíbe, sistemas complementares que oferecem soluções muito melhores para protecção contra pandemias.

Para os que se viram para outros sistemas de medicina, tal como, a medicina tradicional chinesa, têm à sua disposição medicamentos contra a pandemia. Por exemplo, remédios feitos de plantas e não produzidos em laboratório. Quem contesta a eficácia da medicina natural ignora do que está a falar. 25% dos medicamentos da Big Farma derivam de plantas medicinais (que foram modificados de forma a poderem ser patenteados). Por exemplo, as estatinas são derivadas das lovastatinas naturais, originalmente descobertas na levedura de arroz vermelho.

Na medida em que a próxima pandemia global se espalhar, a rejeição monopolista de métodos de cura naturais, por parte da medicina convencional, quase certamente levará à morte de milhares de pessoas que poderiam ser salvas, se lhes tivessem dito a verdade sobre as terapias não farmacêuticas contra as doenças infecciosas das vias respiratórias. É absolutamente criminoso se a medicina convencional nada tiver a oferecer contra um super agente patogénico mortal e, ao mesmo tempo, quiser vedar o acesso das pessoas a medicamentos eficazes. A sua mensagem é: «vão para casa morrer, mas não tomem ervas medicinais porque podem ser prejudiciais».

Não estou a dizer que, em caso de uma pandemia, as pessoas não se tratem através da medicina convencional. O meu conselho é que utilizem todos os meios à sua disposição – medicina tradicional, medicina oriental, tratamentos com ervas medicinais, medicina dietética, terapia da luz solar, etc.. Só um imbecil limitaria as suas opções ao único sistema que não tem qualquer solução para oferecer.

Fontes:

(1) www.buzzfeed.com 
(2) www.virologydownunder.blogspot.com.au 
(3) www.LATimes.com 


Lido: 2965

  Comentários (2)
1. Escrito por Fernanda Freixo, em 12-05-2014 19:46
Obrigada pela valiosíssima informação. Que a Natureza nos ajude!
2. Escrito por KOPP-online de 11.05.2014, em 12-05-2014 19:45
Na Arábia Saudita faleceram até hoje reconhecidamente 117 pessoas deste vírus MERS. 
 
A “WORLD HEALTH ORGANISATION” (WHO) menciona 496 casos confirmados desde do seu aparecimento em Setembro de 2012. 
 
São conhecidos casos fora da Arábia Saudita: no Katar, em Kuwait, na Jordânia, nos Emiratos Unidos, em Oman, no Líbano, na Inglaterra, na Alemanha, em França, na Itália, na Grécia, na Indonésia, na Malásia, nas Filipinas e nos Estados Unidos da América. 
 
Por cá a temática é “TABU!”, oficialmente NÃO EXISTE. 
 
Faz lembrar a questão das “vacas loucas” que apenas reconheceram muito tarde. 
 
Notícias inconvenientes são geralmente ignoradas!

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