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CELENTE já coloca o Apocalipse em 2011
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Por Udo Ulfkotte
Fonte: KOPP ONLINE (23.4.2011)

Segundo Gerald Celente, investigador do futuro, já não é possível afastar o Apocalipse de 2011.

Os leitores dos sítios do Kopp Verlag, na Internet, estão acostumados a más notícias. Mas, em comparação com o que Gerald Celente, um dos investigadores do futuro de renome mundial, escreve no sua nova newsletter “The Trends Journal”, as notícias até agora publicadas no Kopp Verlag poderão ser consideradas extremamente boas. Em todo o caso, o título da sua mais recente previsão é: “A primeira grande guerra do Século XXI – Preparem-se para a luta pela sobrevivência!”. Celente não está a falar do Congo, nem de qualquer outra zona de guerra distante. Ele prevê que o esforço militar para a sobrevivência será já em 2011 e mesmo à nossa porta. Celente é, provavelmente, o primeiro investigador do futuro que exorta abertamente os seus leitores civis a armarem-se.

Há cerca de 20 meses, Gerald Celente previu que o desmoronamento económico dos Estados Unidos e da Europa se daria de certeza até ao segundo semestre de 2012. Agora ele corrige a sua revisão e avisa contra a eclosão de uma guerra geral já em 2011. O motivo que invoca para tal é o retorno da crise económica, o inevitável peso da dívida pública e as ondas de imigrantes vindos de países mais pobres à procura de uma vida melhor, tanto nos Estados Unidos como na Europa.

Ao ler as passagens seguintes, há que ter em conta que o até agora internacionalmente respeitado Gerald Celente perderia toda a sua credibilidade, sem jamais a conseguir recuperar, se não se cumprisse sequer uma fracção das suas previsões. Celente é um convidado frequente em todos os importantes talk-shows das grandes televisões americanas. Ele dirige uma empresa que se concentra na pesquisa de tendências. Ele iria à falência se começasse a espalhar disparates. Contudo, o que estão prestes a ler poderá parecer tão absurdo para alguns, à primeira vista, que sentirão a necessidade, algumas vezes, de respirar bem fundo.

Segundo Celente, há muito que a história do nosso futuro imediato começou. Os distúrbios na Ásia, no mundo islâmico e na América Latina, as “manifestações de democracia” no Norte de África e nos países árabes são precursores directos de um movimento que não vai parar nas nossas fronteiras. Celente avisa os cidadãos do mundo abastado para se prepararem para a guerra que se aproxima. Nomeadamente, abastecerem-se de armas e alimentos. Recomenda “ouro, armas e a elaboração de planos de retirada”. Ele escreve que sabe que o consideram “alarmista, maluco e pessimista”, mas recorda que foi um dos poucos que previu com meses de antecedência e ao mais pequeno pormenor, o início da crise económica mundial de 2008. Celente, nascido em 1946 e filho de emigrantes italianos, previu muitos acontecimentos, ao longo das últimas décadas. Podem ter-se dado alguns meses mais cedo ou mais tarde do que ele vaticinou, mas aconteceram sempre. É por isso que é escutado em todo o mundo.

Celente denomina as declarações dos governos ocidentais que falam de um “boom” económico pura propaganda. Ele está convencido que as guerras da NATO, como a da Líbia, apenas servem um objectivo. Nomeadamente, desviar a atenção da população da realidade. Na sua opinião, a juventude mundial não tem as mínimas perspectivas. Aquilo que aconteceu na Tunísia, no Egipto e na Líbia seria possível aplicar-se a qualquer outro país. Celente pensa que a juventude do mundo inteiro, sem perspectivas, poderá unir-se muito em breve e atacar os que ainda estão bem na vida.

Além disso, o governo do Presidente Obama não é tão nobre e de boa índole como querem fazer crer. Washington vai aproveitar a guerra da Líbia – que começará a escalar num futuro próximo – para repelir a influência chinesa, em África, e provocar uma nova guerra próximo ou mesmo na Síria, para limitar a influência da Rússia, no Médio Oriente. Todas estas guerras, com as quais Obama quer desviar as atenções do seu próprio fracasso económico, nos Estados Unidos, já foram agendadas. E cada uma destas guerras provocadas vai levar muito rapidamente à próxima. Paralelamente, o fornecimento de alimentos, no mundo globalizado, será interrompido. As pessoas, na União Europeia, que comem alface de Espanha, ou pepinos da Turquia descobrirão que dependiam de importações de alimentos que deixaram de existir. Então, começará uma luta por alimentos ainda disponíveis. Os emigrantes que fugiram das suas pátrias para a Europa ou para os Estados Unidos, exportarão os distúrbios internos dos seus países de origem. Além da grave crise alimentar, haverá o ressurgimento do racismo, da xenofobia e do nacionalismo – como hoje dificilmente se pode imaginar – em todas as camadas na população porque, de repente, o mais importante para todos será salvar a própria família.

É na União Europeia que, provavelmente, as coisas serão piores. Segundo a opinião de Gerald Celente, os cidadãos da União Europeia depressa vão descobrir como foram aldrabados e enganados pela UE. O seu dinheiro, as suas economias, os seus planos de pensão – tudo desapareceu. De repente, depósitos e apólices de seguro não passarão de meros papéis impressos e sem valor. Ricos apenas serão alguns políticos da UE e os que jogaram com o dinheiro de outros, mais aqueles que se garantiram contra a crise comprando ouro e prata.

Não será possível controlar a explosão de raiva da população europeia. A UE vai desintegrar-se muito em breve. Da guerra civil europeia que se seguirá (cada país sente-se defraudado pelo outro) surgirão vários focos de guerra no centro da Europa. As tradicionais animosidades e reservas dos vários grupos populacionais (especialmente os países europeus vizinhos) voltarão a surgir, de repente, e se tornarão violentos. Devido à Europa ter suprimido os seus exércitos (por falta de dinheiro) ou os ter enviado para terras longínquas, as novas guerras intra-europeias não vão satisfazer ninguém. Além disso, segundo Celente, há os europeus que estão noutros países à procura de trabalho.

Ficamos espantados com o que um dos investigadores do futuro de maior renome nos prediz para os próximos meses. É que os importantes media de língua alemã só vêem um foco de revolta: a Bundesliga.

Se as previsões de Celente se revelarem erradas, vão rir-se dele. E se não forem erradas? No sua última newsletter, ele não pára de insistir para que as pessoas comprem metais preciosos, para se armarem e para se abastecerem de alimentos. Mas, ainda mais importante, diz ele, é as pessoas se prepararem psicologicamente para o que há-de vir. Quem não o fizer e se rir destas previsões, vai ter um colapso psíquico e de certeza não vai sobreviver.

O que é assustador é que Celente não prevê apenas uma ou duas guerras, mas muitas, que já ninguém consegue travar por as suas causas serem diferentes. Guerras entre diferentes camadas da população (no mesmo país, ou seja, pobres contra abastados), guerras contra governos que não param de aumentar os impostos por estarem falidos; guerras étnicas num país ou entre países vizinhos; guerras civis; guerras por motivações religiosas; guerras territoriais (para conquistar terras aráveis). A lista é interminável. Celente prevê, pela primeira vez, que se tratará de “guerras totais” em que todas as armas disponíveis serão utilizadas e sem quaisquer escrúpulos.

Celente está convencido que por detrás disto tudo existe uma mão que controla tudo. Não um poder superior religioso, mas uma oligarquia financeira que especula sobre a guerra e que vai fazer tudo para que as coisas se desenvolvam de uma dada maneira. Estes lucram com a subida dos preços do petróleo, da subida do preço dos alimentos, fazem tráfico de armas e, sobretudo, lucram com o colapso da bolha monetária. Porque, no fim de contas, quem paga é o cidadão comum, segundo Celente. Os grandes magnatas financeiros apenas ganham e ficam ainda mais ricos. Só podemos esperar que, desta vez, Celente esteja errado na sua previsão sombria para o segundo semestre de 2011.


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  Comentários (2)
1. Escrito por A. Pacheco, em 28-05-2011 15:43
Não compreendo como a ambição possa ser tão grande no ser humano que é tão frágil. 
Os que tudo querem controlar também quererão ficar sós e partilhar o seu poder uns com os outros? Duvido, porque a palavra "partilhar" deve-lhes ser incompreensível. Por isso, parece-me que se preparam também para o seu fim, apenas um pouco mais retardado. 
Pobres espíritos de mentes cinzentas!
2. O apocalipse do Celente
Escrito por ronald Br, em 15-08-2011 22:37
Sobre o colapso da economia não precisa ser um ¨investigador do futuro¨ para saber que os gastos e subsídios irresponsáveis dos governos influencia negativamente a economia. Os paises estão sendo invadidos em grande maioria por bandidos, traficantes e ¨exilados políticos¨de programas da ONU e queriam o que? no mínimo é confusão na certa. ¨Mão que controla tudo¨??? Essa teoria é velha. Com esse recurso de esconder os possíveis responsáveis, ou melhor acusar magnatas financeiros de serem os culpados como pretexto de ¨apenas ganham e ficam ainda mais ricos¨(como se um trilhardário sonha em ser quadrilhardário - um objetivo mais aceitável é poder sobre as nações, mas para isso a ONU já serve. Opa, será então que ela também esteja no esquema?? ) é esconder outros possíveis agentes - como os o esquema comunista (Russia / China) e os radicais Islâmicos. Ou o escritório dele é financiado por algum desses grupos, e o mais provável deles seja o esquema Russo / Chines para fazer propaganda anti-ocidente ou esse cara faz previsão baseado em jornais e Tvs.

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