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"Toda a Verdade passa por três fases.
Primeiro, é ridicularizada.
Segundo, é violentamente atacada.
Terceiro, é aceite como evidente"
Schopenhauer

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Começo da Primavera Sebastianista
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Por Rainer Daehnhardt
       21/03/2011 

Ontem, domingo, dia do Senhor, foi também dia 20, dia do nascimento de D. SEBASTIÃO.

Levei o seu elmo para os carvalhos sagrados dos bosques de Belas, onde, diversa documentação antiga nos narra, Viriato enterrou a sua espada invicta.

Quis sentir o que o elmo nos revelaria, em local de tais cargas ancestrais!

Notei que os ramos dos carvalhos, desfolhados pelo outono e hibernados durante o inverno, começam a mostrar os primeiros sinais da primavera.

Também nos bosques, vida e morte se encontram eternamente interligados.

Encostei-me a um enorme carvalho caído. Cheguei a mandar examinar a idade por carbono 14 a um outro igual e chegou-se à conclusão que tinha mais de seiscentos anos.

Image

Portanto, ao encostar-me, estava a sentir uma árvore, que em tempo da presença terrestre do Desejado, compartilhou o mesmo ar que D. Sebastião, o Sol, os cheiros, a Pátria e sua gente.

Mesmo caído, o enorme carvalho, com a sua casca rugosa, pareceu-me mais em hibernação do que morto.

Mais uma vez, cheguei à conclusão que a morte é apenas um estado de passagem, nada de definitivo.

Há gente viva que considero estarem  mortos, não dão nada a ninguém, nada aprendem nem aprenderão. Estão a gastar oxigénio, como um motor a trabalhar em "ponto morto".

Estão a tornar uma hipótese de aprendizagem, que lhes foi dada em vida, em algo totalmente inútil. Vivem vidas vazias, ocas, cheias de nada. São mortos com partida adiada. Perderam o comboio da vida e nem se deram conta.

Outros há, que já deixaram o seu corpo do mundo tridimensional e estão noutra dimensão, mas continuam presentes. Estão nos nossos corações, nas nossas mentes e guiam as nossas acções.

Um destes mortos/vivos é D. Sebastião!

Sentindo o tronco do carvalho, seu companheiro de vida, nas minhas costas e com os pés bem assentes na terra, que D. Sebastião pisou, perguntei-me o que sua existência significa para mim.

Olhando para as feridas no seu elmo, cristalizou-se o seguinte:

NADA, NEM NINGUÉM, O FEZ PARAR!

PELO MENOS TENTOU!

Incorporou, de forma digna, o lugar que a história lhe deu: SÍMBOLO DA CORAGEM LUSA!

Assumiu um duelo contra tudo e todos, levando inimigos e sombras nefastas, para os enfrentar a todos.

Terá procurado a morte?

Creio que não. O elmo é para ser usado por quem assume o confronto máximo, mas deseja saída vitoriosa.

O REI MENINO era órfão de pai e de mãe, retirada num convento.

Era órfão de oito tios e tias, todos falecidos jovens e em circunstâncias suspeitas.

Este REI DESEJADO, foi a última esperança de um povo, que se fez grande numa missão planetária e que se viu sem liderança, por "castração" das suas Ordens Religiosas Militares, tornadas monásticas.

O FUTURO É ESCRITO PELOS AUDAZES!

Olhando através da viseira do seu elmo, vejo as pequenas folhas de nova vida a brotar, nos antiquíssimos ramos dos carvalhos.

É O COMEÇO DA PRIMAVERA SEBASTIANISTA!

Por alguma razão nos enviou o seu elmo!

 

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  Comentários (3)
1. A razão é simples...
Escrito por AC, em 24-03-2011 12:20
Uma irmão de alma, ainda não insuflado pelo Espirito Santo está para resacer através do "Batismo". Sim, a Primavera de um novo mundo que irá nascer, um Rei não por Sangue, por aclamação. Só espero não estar cego para não o ver passar por mim sem o Perceber. 
Que essa alma que tanto desejamos seja justa e una á semelhança de todos os que foram inspirados pelo Espírito Santo.  
Que voltemos a ter um Reino à Imagem da Verdade e da Justiça.
2. D. Sebastião
Escrito por Ana, em 31-03-2011 23:12
Num momento de tanta perdição para Portugal, como interpretar estes textos? À nossa volta parece predominar gente mesquinha, sem horizontes e com muito poder.
3. Que rumo tomar?
Escrito por Maria Fernanda F. A. Freixo, em 15-04-2011 20:57
Seremos em numero suficiente para conseguirmos reerguer PORTUGAL? Os portugueses não estarão já meio "dementes" com tanta mentira, tantas lavagens cerebrais, tantas promessas não cumpridas e de serem testemunhas impotentes de um delapidar sistemático de todos os bens que nos foram legados por pais e avós? Valerá a pena? Quem terá ainda coragem e ânimo para tal, quando já somos tão poucos os que verdadeiramente amam a nossa Querida e ferida Pátria?! Alguem, por favor, nos indique um caminho. Fernanda Freixo

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