Segredos do Euro 6
Por Rainer Daehnhardt Poucos em Portugal têm conhecimento de que as notas de 200 Euros e de 500 Euros não podem ser emitidas no nosso país. As que vemos em circulação vieram todas do estrangeiro. As letras impressas antes da sua numeração obedecem a um código, mais ou menos secreto, que nos dá informações acerca do país de origem:
Áustria = letra "N" Bélgica = letra "Z" Finlândia = letra "L" França = letra "U" Alemanha = letra "X" Grécia = letra "Y" Irlanda = letra "T" Itália = letra "S" Luxemburgo = letra "R" Holanda = letra "P" Espanha = letra "V" Portugal = letra "M"
À nossa vizinha Espanha, por exemplo, já se concedeu o direito de imprimir notas de 200 e de 500 Euros. A muito promovida "IGUALDADE" entre os estados membros da UE não passa, pois, de uma miragem! Uns são mais iguais que outros! A CEE ainda era uma comunidade com um certo grau de igualdade de direitos e deveres. A CE, porém, já não o era, dividindo os seus membros entre uns de 1ª e outros de 2ª. A UE nem disfarça sequer esta diferenciação e divide os seus membros entre um chamado "núcleo duro", ou seja, de 1ª categoria, os secundários, que entraram na segunda vaga e os terceiros, os últimos a chegar! Factos recentes levam mesmo a crer que se pretende criar um estatuto de 4ª categoria para os que ainda desejam entrar, mas que por enquanto não foram admitidos. A aberração de tudo isto torna-se cada vez mais clara, quando se nota que tudo está montado de acordo com o sistema soviético, com comissários não directamente eleitos, que não são responsabilizados pelos seus actos perante ninguém. Com o derrube das fronteiras, propagou-se a instabilidade social, com consequências dramáticas. E com a desculpa de por termo às mesmas, prepara-se agora um assalto estatal aos cidadãos, através da utilização das notas do Euro. Em início de Outubro de 2008, lançou-se uma operação surpresa na maioria dos aeroportos alemães, inspeccionando-se os passageiros (obrigando muitos a despirem-se até), para verificar quanto dinheiro levavam consigo. Tinha surgido uma directiva de Bruxelas e ninguém deve andar com mais de 7000 Euros. Todas as quantias superiores a esta foram confiscadas até que os seus possuidores pudessem explicar a origem do dinheiro e a razão para andarem com ele. Os comissários de Bruxelas querem o controlo orwelliano sobre a circulação do dinheiro. Com a desculpa de procurarem dinheiro de droga ou de lavagem de dinheiro, metem as suas mãos sujas nos bolsos dos cidadãos e no dinheiro deles, produto do seu trabalho e que ao "insectóides" nada diz respeito. Semanas antes mandaram parar 5000 viaturas numa estrada muito movimentada em França e examinaram o conteúdo das mesmas, à procura de tudo o que fosse ilegal, incluindo qualquer quantia de dinheiro considerada suspeita. O montante máximo permitido era o de 7000 Euros. Porém, quando alguém vestido com calças de ganga e sapatos de ténis tinha na sua posse quantias inferiores, confiscaram as mesmas para os obrigar a provar a sua origem, dado que a mesma lhes parecia "suspeita". Está em discussão a criação de novas notas de 200 e de 500 Euros, com a implantação de um chip que faz apitar a sua presença em detectores especiais, que se tencionam instalar em estações ferroviárias, portos e aeroportos. George Orwell há muito que está ultrapassado. As notas de dinheiro já se tornaram nas novas ferramentas da escravização global! Lido: 6785
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