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Segredos do Euro 4
Por Rainer Daehnhardt Dos países da União Europeia, 12 sujeitaram-se à "Moeda Única". As notas são iguais para todos. Porém, cada país mantém o direito de criar uma das faces das moedas. Mesmo nestas faces nacionais foi imposto a "argola com estrelinhas da U.E.", como cercadura. Enquanto uns países escolheram como centro monumentos ou poetas célebres, Portugal optou por colocar o selo rodado de D. Afonso Henriques, os 7 castelos e os 5 escudos com as chagas de Cristo, como símbolo nacional. Quem estudar um pouco a simbologia, de imediato percebe a mensagem que a moeda transmite.
O pentagrama, já utilizado pelos druidas para prender as forças maléficas, mudou hoje de sentido, sendo o símbolo do microcosmo ateísta. Olhem para os tanques soviéticos e americanos! Só mudaram a cor! Consciente disso ou não, cada pentagrama de Satanás enfrenta, na moeda portuguesa, uma torre (peça bem conhecida como barreira de defesa por quem joga xadrez), ou um escudo, com as chagas de Cristo, o que é um exorcismo: "VADE RETRO SATANÁS"!  Face portuguesa do EURO. Um campo de batalha entre as Forças do Mal e as do Bem! A última moeda a nível mundial, que ainda ousa representar o símbolo da Cruz!
No centro, vê-se a Cruz Templária com a palavra "PORTUGAL" por cima das pétalas da rosa. Se a cruz lembra a morte, a rosa significa o nascimento. Juntos enviam a mensagem de que há quem nos defenda dos pentagramas, a fé em Cristo e de que Portugal vai renascer! Lido: 5245
1. Escrito por Maria, em 09-05-2008 00:58 Come sempre, um artigo impecável e elucidativo. Gostei imenso. Maria |
2. IIII & V Escrito por Carlos Soreto , em 29-05-2009 21:04 Como leitor atento das obras de Rainer Daehnhardt, acho que «pecou», aqui, pela «leveza» com que tratou o tema do pentagrama, ao abordar apenas a sua interpretação «maléfica», deixando de fora o seu simbolismo arquetípico, na senda de Pitágoras e/ou da doutrina das cinco transformações da filosofia extremo-oriental. Quanto aos «selos», gostaria também de ver representado aquele que considero ter inscrito o «projeto» afonsino (de Viriato ao Quinto Império) através dos quatro pilares: PAX, LVX, REX, LEX (o que já cá está, tomando liberdade «poética pós-modernista», passaria a ser gREX - pois não nos é inculcado que o povo (grex>grei) é quem mais ordena?), quatro pilares, dizia, que hão-de sustentar (sempre) o templo do espírito lusitano... enquanto houver homens (agora sem pós-modernismo, desnecessário, de género) que saibam ler e apr(e)ender a mensagem «proferida» pelo Hierofante (V arcano do tarô, também chamado o «Mestre dos Arcanos»), essa promessa do passado/futuro que nos é constantemente transmitida, aqui e agora, pelas asas do Espírito... Santo. |
3. Escrito por Manuel Carvalho, em 17-05-2010 10:02 Concordo plenamente. Se a revolta do Sr. Rainer Daehnhardt é necessária e motivadora. Como a considero, é necessário não a deixar cair em considerações simplistas sobre o significado profundo de termos e imagens de intensa ressonância. Pentagramas e anjos caídos são a essência de muita reflexão. Escravos no Paraíso? |
4. n Escrito por José Fontoura , em 18-11-2011 22:02 Certamente que a simbologia da moeda não está por acaso, ou não seja um dos principais responsáveis da Casa da Moeda um alto iniciado português...nada é por acaso! |
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