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"Toda a Verdade passa por três fases.
Primeiro, é ridicularizada.
Segundo, é violentamente atacada.
Terceiro, é aceite como evidente"
Schopenhauer

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Forças invisíveis combatem na Europa!
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Segredos do Euro 3
 
Por Rainer DaehnhardtImage

A  Europa dos europeus já não existe!

Não há sítio nela onde não se tenham instalado forças antagónicas a tudo o que ainda há décadas podia ser considerado como europeu!

O sonho de oferecer às gerações vindouras uma união de pátrias, onde todos se sentassem à mesma mesa, como iguais entre iguais, para poderem decidir em comum o que a todos dizia respeito, foi esmagado pela prepotência dos que só vêem na Europa Unitária um mero passo  para a instalação de um Governo Global, obviamente totalitário e intolerante a qualquer outra corrente de pensamento.

As estatísticas dizem-nos que somos apenas 2% da população europeia e, como tal, sem peso de decisão. Considero que esta ideia é um erro total, porque, tal como uma mosca pode causar a descida de um prato de uma balança, os 2% de Portugal podem até salvar a Europa da sua auto aniquilação. Dois por cento de algo que nada vale, nem menção merece. Porém, 2% de algo válido, em si, válido é, e consequentemente, merecedor de carinho e atenção.

Foi a prepotência de forças não mencionáveis, certamente não portuguesas, mas internacionalistas, que anexaram a Pátria de Camões, empurrando-a para dentro de um caldeirão desconhecido, então rotulado de "CEE". Sem explicação dos prós ou contras, a não ser o velho sonho de poder comprar rebuçados mais baratos em Badajoz, aprisionou-se a lusa gente aos poucos, passando a receber ordens de quem nem português é nem pelos portugueses votado foi.

Rotulou-se então o caldeirão de "CE" e, mais tarde, de "UE", aplicando-lhe uma bandeira com a estrela de cinco pontas de Satanás, por ninguém votada.

Estrela ainda bem conhecida dos tanques soviéticos e dos aviões americanos, Estados criados pelas mesmas forças globais que, de momento, se apoderam, às escondidas, da, por elas intitulada, "Velha Europa".

Até se atrevem a falar duma NOVA EUROPA embora, também essa, em nada lhes diga respeito.

Qual é o verdadeiro peso de Portugal na Europa? Os meros 2% da contagem da nossa população? NÃO! Portugal, para já, possui uma das maiores portas europeias para o mar mais navegado a nível mundial. Mas, Portugal não é só guardião de uma situação geográfica onde, os Açores, Portugal Europeu e a Madeira, retomam a importância das antigas colunas de Hércules. Portugal é o fiel depositário de um espírito único, potencialmente salvador para uma parte significativa da Humanidade, nos tempos amargos que se avizinham.

Não há outra nação que tenha demonstrado tal grau de capacidade de convivência pacífica com outras culturas como a portuguesa! Não há povo que mais bem-vindo seja para regressar às suas antigas colónias! Não há maior grau de tolerância e vontade de compreensão do que os demonstrados pela lusa gente, mesmo nos confins mais longínquos do planeta.

E dizem-nos que não valemos nada e que não possuímos peso! Isto é propaganda do inimigo de Portugal! Os media, que se digladiam para trazer mais notícias sobre escândalos e perversidades, mostrando o que há de podre, permitem concluir tratar-se de uma campanha para desacreditar os verdadeiros valores de Portugal perante os próprios portugueses!

Assim, a prepotência de alguns não só empurrou Portugal para um covil com o qual não se identifica, como até sistematicamente aniquila a auto-estima.

Pergunta-se então, qual é o verdadeiro papel de Portugal na "UE"? A triste realidade é de que somos considerados "europeus de segunda". Onde há prova disso? Nenhum político o admite embora muitos o sintam. A prova está no facto de que não somos autorizados a imprimir e colocar em circulação notas de 200.- Euros e de 500.- Euros. À nossa vizinha, Espanha, já se dá este direito!

Mas isto não nos contam! Facto é que muito pouco sabemos acerca da "UE" e nunca tivemos a mínima hipótese de nos informarmos com objectividade, ainda menos de exprimirmos a nossa opinião.

Dos principais pontos da "UE", porém, nem a maioria dos seus "politiqueiros" têm consciência.

Número UM é o facto da "locomotiva" deste comboio unitário europeu, a Alemanha, não se encontrar em mãos alemãs ou europeias, mas ainda debaixo da Comissão de controlo americana, que a trata como território ocupado e vassalo. Na realidade, a ausência de um Tratado de Paz e a ilegalidade da instalação de um regime em território de outrem, significa que o Reich continua a existir (facto reconhecido pelas mais altas instâncias jurídicas da RFA!) "de jure", o que impede a RFA de ser seu herdeiro (que reconhece não ser!), mas não existe "de facto", por a prepotência dos vencedores ter aprisionado e enforcado um governo democraticamente eleito e internacionalmente reconhecido. A RFA não é a Alemanha, nem geográfica, nem política, nem juridicamente! Estamos assim perante um imbróglio onde nos encontramos numa viagem de comboio, com a locomotiva tomada por "cowboys", serviços secretos e afins.

O número DOIS não é o alargamento a leste, embora este já cause o fim da caminhada inicialmente ajustada, porque o que todos os novos aderentes querem é "mugir a velha vaca". Esta não tem mais tetas e já se encontra seca, o que vai conduzir a um acordar decepcionante! Políticos finlandeses já declararam abertamente que se a Finlândia receber menos da "UE" do que o que para esta contribui, deixa então de fazer sentido a sua permanência. O número DOIS é a entrada da Turquia. Esta tem 98% do seu território na Ásia. Assim passa-se a dar um pontapé à Geografia. A entrada de Chipre já é um passo neste sentido como o é o Estado de Israel ter apresentado a sua candidatura, através de Berlusconi, que chefia um lobby neste sentido. A lavagem cerebral das massas europeias já foi devidamente preparada para a NOVA EUROPA, com capital em Jerusalém. Há anos que Israel faz parte do Festival da canção Europeia (e já ganhou, muito honradamente que se diga!). Também faz parte dos Campeonatos de Futebol, dos de Andebol e de Equitação Europeus. Como é possível que já ninguém saiba nada de Geografia é que é um espanto. Pelo menos parece que já ninguém se importa. Como também se torna visível o plano de expulsão dos Palestinos e da tomada do Líbano (o que impõe a prévia queda do Iraque e da Síria), para o Grande Israel se tornar Estado vizinho da Turquia e, assim, geograficamente, se juntar à NOVA EUROPA.

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Quando se diz que culturalmente Israel estará mais ligado à Europa do que ao Médio Oriente como razão para justificar a sua entrada na Europa, então também devíamos deixar entrar a Austrália e o Canadá, onde também isso ainda mais se verifica!

A Europa está moribunda, Portugal em fase de flagelação da sua auto-estima; em contrapartida, as forças obscuras que preparam a Ditadura Global encontram-se em fase de avanço definitivo!

Só há uma força que os consegue parar. A FORÇA DA VERDADE!

Basta termos acesso à verdade e colocar a mesma no respectivo prato da balança do destino para que toda a prepotência e mentira nada consigam! Quem sabe? Talvez no momento mais decisivo, serão Portugal ou os Açores que, com o seu peso colocado no prato certo da balança, acabarão por orientar o destino efectivo da Europa, independentemente das vontades alheias a esta que se pretendem apoderar dela de vez!

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  Comentários (2)
1. Províncias Ultramarinas e não Colónias..
Escrito por Jaquim, em 28-04-2008 22:43
Mais uma vez revejo-me em grande parte daquilo que descreveu neste artigo.  
Permita-me apenas uma correcção que não é apenas formal, mas de significado profundo.  
 
Algures no texto aparece a menção a "colónias", terminologia que também nos habituamos a ouvir de fora, e que por isso nos é estrangeira no nosso imaginário colectivo. Essa terminologia foi o slogan usado para acabar com esse país global que nós éramos logo no final da 2ª Grande Guerra – acabem-se com as colónias e o jugo do colonialismo! Mas não se tratavam de colónias, e não é um aspecto de semântica. Qualquer retornado de África ou de Timor ou da Índia, tem ou tinha a consciência que todos os territórios além-mar, eram províncias pertencentes por igual ao mesmo País (lembro-me que a capital do nosso país teve para ser transferida para a então província de Angola - falava-se da "Nova Lisboa"). Nós não segregávamos ninguém, e se o começámos a fazer nos últimos tempos, foi pela “infecção cultural” que recebemos de latitudes menos abonadas pelo Sol. 
Quando os nossos portugueses africanos tiveram que regressar compulsivamente ao Portugal "berço histórico" nas convulsões de Abril, sentiam-se atraiçoados pelo governo... para eles a terra que lhes tinham tirado junto com os seus haveres era uma parte de Portugal! Começava aí a derradeira fase do suicídio Luso! Hoje poderemos voltar a sentir o mesmo, a diferença está em que não temos mais sítio para recuar! 
 
O termo correcto será então "ex-províncias ultramarinas".  
Portugal foi uma nação global distribuida nos cinco continentes e não um país imperial com colónias como a Espanha, a França e a Inglaterra, entre muitas outras. Lembro-me que os nossos reis, nunca ostentaram o título de imperadores, mas de el-rei, só acontecendo através da independência do Brasil. Esta simples pormenor tinha toda a importância nas relações com os outros povos: não era um império que vinha para dominar, mas um povo com um Rei (um chefe, um general) que vinha para descobrir, comerciar e colaborar. 
Nós fomos uma nação de feitorias, que serviam o pragmatismo do controlo logístico das nossas rotas comerciais, que nos alimentava a existência, mas que também e acima de tudo permitiam os intercâmbios culturais e das ciências (nunca nos achamos superiores em civilização aos outros povos), do sangue e desta feita um modo muito peculiar de ser e de estar no mundo (o sangue português em toda a parte cruzado com todas as raças). Portugal foi e é ainda o projecto (nem que seja só os Açores) do mundo habitado pelo Espírito Santo... tal ele aparece nas quinas que repousam sobre a Esfera Armilar.  
Esse mundo tem de evoluir para merecer Portugal, tal como nos dizia Agostinho da Silva. Percebo agora que não exagerava nada quando referia que era a Europa que devia estar grata por Portugal estar no seu seio!
2. Duas explicações esclarecedoras
Escrito por Rainer Daehnhardt, em 28-04-2008 22:44
a) A questão dos Reis de Portugal não terem sido IMPERADORES. 
D. João VI foi IMPERADOR NOMINAL DO BRASIL (nos últimos meses da sua vida). Não se podia permitir que o filho fosse mais do que o pai! No Museu Luso-Alemão existem diversas Cartas Régias assinadas por D. João VI na qualidade de IMPERADOR NOMINAL! Este facto é quase desconhecido em Portugal e mais ainda no Brasil. O Brasil teve 3 Imperadores. D.JOÃO I; D. PEDRO I, e D. PEDRO II (respectivamente: pai, filho e neto). 
b) A terminologia "COLÓNIA" apenas após a 1ª Guerra Mundial se degradou de tal maneira, que passou a ser usada como se exclusivamente de um abuso ou de uma exploração sistemática se tratasse. No que diz respeito aos territórios outrora lusos, que vergonhosamente foram abandonados à sua sorte após 1974, deve-se clarificar que estes, nesta altura, eram classificados correctamente de PROVÍNCIAS ULTRAMARINAS. Todas estas, porém, ainda poucas décadas antes, estavam classificadas de COLÓNIAS, sem que isto fosse de cariz negativo (com excepção do que restava da Índia Lusa, que então já se chamava "ESTADO DA ÍNDIA PORTUGUESA". 
No texto que levou a estes comentários falou-se nas "antigas colónias portuguesas", o que é historicamente mais adequado do que a terminologia de "Províncias Ultramarinas" visto incluir muitos outros territórios outrora lusos que nunca chegaram a ter a classificação de "Províncias Ultramarinas" (por exemplo o Congo Português, o Ceilão Português, a Guiana Portuguesa, o Sacramento Português entre dezenas de outros perdidos entre os séculos XVI a XX).

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