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Schopenhauer

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Segredos do Euro
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por Rainer DaehnhardtImage

A falta de informação é tanta que pensamos ter "dinheiro nosso" na mão quando seguramos uma nota de Euros!  

Porém, não é "nosso", nem sequer dinheiro!

O dinheiro só o foi verdadeiramente enquanto era metálico e o seu valor correspondia ao do metal em questão. Dinheiro em papel é apenas uma emissão de notas promissoras de pagamento, que uns transmitem a outros.

O seu valor depende da sua aceitação! Quem escrever no seu cartão de visita que promete pagar ao portador uma determinada quantia, assume o compromisso de honra de o fazer.

Ora, as notas de Euro, embora cheias de símbolos de organizações secretas, nada nos dizem quanto a quem nos devemos dirigir para trocar estes "papelinhos de promessas" por dinheiro!

Um dos símbolos presentes em todas as notas do Euro é o de uma ponte. Normalmente espera-se que uma ponte nos permita uma travessia de um lado para o outro. As pontes ali representadas, porém, não nos indicam para onde nos levam!

Somos, todos, uma espécie de "manada", obrigada a andar em pontes sobre abismos!

Antigamente, as notas ainda diziam que prometiam pagar ao portador uma certa quantia em ouro. Hoje já não prometem nada. Apenas valem, porque, como carneirada bem comportada, as passamos uns aos outros, na esperança de que o próximo as aceite.

Fala-se muito em RESERVAS DE OURO, para tranquilizar os preocupados. Mas isto é como o velho lema do: "CRÊ MAS NÃO APROFUNDES!".

Senão vejamos: as reservas de ouro dos Estados Unidos da América, oficialmente são 8.133,5 toneladas. Como esta nação se endividada por hora em mais de 800 milhões de dólares acima do que produz e já tem uma dívida de triliões de dólares, facilmente se conclui que o seu ouro é apenas um "souvenir" dum império falido! A sua venda apenas sustentaria alguns dias dos custos da sua máquina de guerra e nada resolveria.

A República Federal Alemã, grande campeã em sustentar outros, possui, oficialmente, uma reserva de 3.417 toneladas de ouro. Trata-se do resultado do seu grande esforço no pós-guerra em re-erguer um país e garantir a cobertura do Marco Alemão. O que, porém, a maioria dos alemães não sabe, é que são obrigados pelos aliados vencedores a depositar o ouro alemão nos Estados Unidos da América. Estiveram durante décadas em Fort Knox e passaram, há poucos anos, para os subterrâneos de uma das Torres Gémeas de Nova Iorque. Com a queda das torres, estranhamente, também desapareceu o ouro alemão. Mesmo danificado ainda lá deveria estar. Porém nada se encontrou! (Supõe-se que tenha sido levado, por caravanas, para as grutas do Pamir). Silverstein, o arrendatário do World Trade Center, conseguiu duplicar o valor da apólice de seguro das torres antes da demolição das mesmas (já decidida em reunião camarária por terem sido construídas há mais de vinte e cinco anos e com elevada utilização de amianto (matéria comprovadamente cancerígena), entretanto proibido. As seguradoras americanas, por sua vez, ainda conseguiram vender estas apólices, incluindo a do edifício 7, também demolido na altura, a congéneres estrangeiras, na maior parte a seguradoras alemãs, que tiveram de indemnizar o Sr. Silverstein, com mais do dobro do seu investimento, de apenas poucos meses! (Nem se fala sequer do dinheiro que as demolições criminosas lhe pouparam). Uma vez que a RFA ainda se encontra debaixo de ordens específicas impostas pela Comissão de Controlo dos Aliados, nem sequer pode reclamar acerca do que lhe está a acontecer.

Seja como for, nem o ouro americano nem o alemão, dão cobertura aos "papelinhos" existentes nas nossas mãos!

Pode-se pensar que é o Fundo Monetário Internacional, que está por detrás da cobertura do Euro. O FMI tem uma reserva de 3.217,3 toneladas de ouro e nada tem a ver com o Euro.

Resta-nos "la grande nation", a França. Esta já pertence á União Europeia. A França tem, oficialmente, uma reserva de 2.622,3 toneladas de ouro, estranhamente depositado durante a Guerra-fria, nos Estados Unidos da América. Quando DeGaulle quis levar de volta para a França o ouro da Nação Francesa, foi militarmente impedido pelos americanos. A ruptura entre os EUA e a França foi tal que a França saiu da NATO, mas os americanos ficaram com o ouro francês!

Então onde é que está a cobertura do Euro? Talvez em Itália? Este país tem uma reserva oficial de 2.451,8 toneladas de ouro, mas não dizem onde está. Consta que também foram para o Fort Knox, nos Estados Unidos (estranhamente também consta que Fort Knox já foi esvaziado).

Portugal entrou na UE com as suas reservas de ouro. A "pesada herança" dos governos de Salazar e Caetano, deixaram um país sem hipotecas, que não devia a ninguém e possuía o seu Escudo, então a 6ª moeda mais forte do mundo. A sua constante garantia estava na cobertura em ouro das notas emitidas: 866 toneladas de ouro, nos cofres do Banco de Portugal. Pelas últimas informações, restam apenas 382,6 toneladas e não se menciona se estão hipotecadas ou não. Seja como for, certamente não é no ouro português que se apoia a cobertura do Euro.

Encontramos pequenas letras nas notas do Euro que nos dão que pensar. Antes do número em cada nota, encontra-se uma letra. Nada nos disseram, mas esta indica o país onda a nota foi emitida. Assim temos:

- A letra, indicando a emissão na Áustria, o "N".

- A da Bélgica, o "Z".

- A da Finlândia, o "L".

- A da França, o "U".

- A da Alemanha, o "X".

- A da Grécia, o "Y".

- A da Irlanda, o "T".

- A da Itália, o "S".

- A do Luxemburgo, o "R".

- A da Holanda, o "P".

- A da Espanha, o "V".

- E a de Portugal, o "M".

Com estas indicações, podemos saber facilmente o país de origem da emissão das notas de Euro, que passam pelas nossas mãos.

O que, porém, também não nos indicaram, é o facto de nem todos os países puderem emitir todos os tipos de notas. Assim, por exemplo, não se deu o direito a Portugal de emitir notas de 200 Euros e de 500 Euros. A Espanha, porém, já é considerada membro com peso suficiente para as poder emitir!

Uma "união" que se compõe de membros de 1ª, 2ª ou até de 3ª categoria, não é união nenhuma, mas apenas um comboio de diferentes classes! Não é a 2ª ou a 3ª classe que decide para onde vai e em que velocidade, mas o "maquinista". A nossa locomotiva, porém, não está em mãos europeias, parece ter sido tomada por associações secretas, de interesses globais, não europeus.

As notas do Euro também mostram umas letrinhas, começando com "BCE". Trata-se da indicação do BANCO CENTRAL EUROPEU, traduzido em diversas línguas.

O Presidente do BCE, um holandês de grande prestígio internacional, não concordou com o que estava a acontecer à Europa. Tirou as suas consequências e saiu do seu posto. Foi encontrado, pouco tempo depois, morto, a boiar numa piscina particular em França.

Os dados mencionados colocam a hipótese de roubos sistemáticos de ouro, em quantidades inimagináveis! Será que alguém se está a apoderar do ouro deste planeta para pagar vassalagem a "insectóides"?

(Mais revelações nos próximos números)


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  Comentários (2)
1. Escrito por Maria, em 01-04-2008 20:57
Excelente. Sigo há muitos anos os seus escritos, designadamente em artigos de jornal. Agora na Blogosfera não os perco. Este é mais um imperdível. 
Maria
2. Escrito por Getulio Cavalcante, em 11-04-2008 12:19
Então, é a quantidade de ouro que sustenta uma nação. O papel moeda pode ruir, mesmo sendo o dolar ou euro. Obrigado por este artigo. Faço-me obrigado a olhar o futuro cada vez mais.

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