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Por Rainer Daehnhardt Aviso Aquariano 4 Quem teve acesso aos documentos mais secretos das organizações promotoras da globalização, já se deve ter perguntado se esta “gente” ainda pode ser classificada como “humana”! Pretendem diminuir a população mundial de forma drástica. Dos cerca de 6 mil milhões de seres humanos actuais, tencionam “guardar” apenas 500 milhões! Um entre cada doze seres humanos poderá viver (mas como escravo), os restantes deverão “perecer”! Dizem abertamente que não necessitam de mais escravos e, em plena prepotência, pretendem escolher os que acham que devem viver e como! Quem tiver opinião própria não lhes serve. Quem se dedicar à defesa de uma religião, de uma nação ou de um povo, terá que ser eliminado pois é um potencial adversário da NOVA ORDEM MUNDIAL.
Quando políticos globalistas falam em “unnecessary eaters”, demonstram a sua submissão aos “insectóides” dos quais, curiosamente, nem sequer têm conhecimento! Apenas cumprem directivas das suas lojas, que, por sua vez, angariam peões descartáveis, mas por enquanto necessários para o grande jogo de xadrez da política internacional. Na convicção de que prestam um serviço à Natureza ao matar cinco mil milhões e meio de seres humanos através de guerra, fome, epidemias, vacinação compulsiva, introdução de comidas e produtos de uso doméstico com desastrosos efeitos secundários, nem se dão conta de que acabam por se suicidar também. Um típico erro de cálculo dos seres “insectóides”! A revolução francesa demonstrou bem que quem, criou as listas de condenação sem julgamento, rapidamente acabou presa nas mesmas! Até o famigerado Dr. Guilhot, inventor da “guilhotine”, acabou decapitado neste instrumento de suposta “solução final”! Tudo isto cheira a conspiração, logo deve ser ridicularizado e atirado para o cesto dos papéis. Era bom que assim fosse! Infelizmente trata-se de uma das faces negras da globalização, que só não vê quem não quer, pensando que desta forma não será atingido. É uma simples constatação de facto que quase todos os Presidentes dos Estados Unidos da América foram membros de lojas secretas. No fundo, tanto faz se atingem o poder por via de magia branca, negra, luciférica ou satânica! O resultado é sempre o mesmo: ficam dependentes de forças que preferem actuar e comandar no escuro, não podendo sequer revelar quem são os seus mestres. Nunca se devia permitir que em democracia o povo votasse em personagens que dependem de outrem! Não se consegue ser fiel a dois donos em simultâneo! Há que optar! Só devia chefiar uma nação quem integralmente a defende! Nas monarquias exigia-se total fidelidade do Rei ao seu povo e vice-versa. Mesmo nas monarquias constitucionais esperava-se que tanto o Rei como os seus ministros colocassem o bem público acima do seu próprio interesse e considerava-se traidor quem agisse de outra forma. Os “insectóides” não podem ser considerados humanos. Quanto mais falam em defender a Natureza, mais óbvio se torna que apenas estão a falar da sua própria natureza, que é tudo o que lhes interessa. Quem estudar os “Estados Insectos”, rapidamente se dá conta do grande grau de parentesco existente entre muitos dos nossos políticos de vanguarda e estes seres calculistas e impiedosos. Na esperança de levar o mundo ao Armageddon, até deram asas à sua fantasia, criando pedras gigantes com inscrições. Dizem que são “ideais guias”, mas mais parecem directrizes e podem bem ser classificados como sendo os DEZ MANDAMENTOS INSECTÓIDES. (Ver no google: “Georgia Guidestones” ) Georgia Guidestones Há quem chame a estas pedras o “Stonehenge Americano”; mas não é de um culto ao sol que se trata, mas sim dum culto das trevas. Em Elbert County, no Estado da Geórgia, ergueu-se um monumento de seis monolítos, com inscrições. Quatro pedras rectangulares gigantes, de pé, orientadas norte-sul-este-leste, mais uma no centro e outra, deitada por cima, unindo todas. A preocupação astrológica e cabalística é evidente nesta construção, encomendada em 1979 e executada, conforme diz a respectiva inscrição, a 22 de Março de 1980. Os Dez Mandamentos Insectóides estão inscritos nas oito línguas que pensam ainda existir após o Armageddon: inglês, espanhol, swailli, hindu, hebraico, árabe, mandarim e russo. É evidente que estão convencidos de que já não se falará nenhuma língua escandinava, nem o polaco, o francês, o italiano, o português ou o alemão. Tudo isto são línguas de povos a exterminar e que já não merecem referência! Para dar conhecimento aos leitores do conteúdo destas Leis, que não se encontram em livros proibidos, mas sim bem visíveis, esculpidas em lajes gigantes, como se de algo de positivo para a humanidade se tratasse, opto pela publicação da versão inglesa, na convicção de que todos a compreenderão. Evita-se assim o risco principal das traduções, que podem sempre ser consideradas interpretações erradas. As inscrições nas lajes dizem: 1º Maintain humanity under 500,000,000 in perpetual balance with nature. 2º Guide reproduction wisely – improving fitness and diversity. 3º Unite humanity with a living new language. 4º Rule passion – faith – tradition – and all things with tempered reason. 5º Protect people and nations with fair laws and just courts. 6º Let all nations rule internally resolving external disputes in a world court. 7º Avoid petty laws and useless officials. 8º Balance personal rights with social duties. 9º Prize truth - beauty – love – seeking harmony with the infinite. 10º Be not a cancer on the earth – Leave room for nature – Leave room for nature. Estas leis podem parecer simpáticas e bem intencionadas porém são, nada mais nada menos, do que um caminho para a extinção do ser humano! Os 500 milhões, que, generosamente permitem que sobrevivam, são apenas “goyim”, gado em forma humana, escravos dos insectóides! As suas propostas de busca de harmonia com o infinito através da beleza e do amor, são precisamente o contrário daquilo que fazem. O resultado é um planeta-cemitério. Não será por acaso que escolheram um local em Elbert County, cujo famoso e único artigo de exportação são lajes para cemitérios! Lido: 9555
1. Dois ou três pontos de discórdia Escrito por Eurico Ribeiro, em 19-02-2008 19:59 Caros amigos do site Grifo e caro Senhor Rainer Daehnhardt. Mais uma vez obrigado por tudo o que tem feito pelas Lusitanas gentes, no seu esforço de relembrar o seu passado e subconsciente colectivo. Mais do que a questão de povo lusitano, em que eu por felicidade e características físicas me posso encaixar, a própria geografia – onde a terra acaba e o mar começa – com a sua energia telúrica, influencia decisivamente mesmo aqueles que cá não tenham nascido ou não possuam os genes do Viriato! Bem, desta vez não podendo concordar com duas ou três das frases deste texto, venho colocar os meus pontos de vista relativos ao mesmo. «No fundo, tanto faz se atingem o poder por via de magia branca, negra, luciférica ou satânica!» Em primeiro, Lúcifer assim como Prometeu é um elemento simbólico mitológico que nos descreve uma entidade que é portadora da Luz – Light Carrier. A interpretação que dele se pode fazer é dupla, como dupla é a natureza do mundo sensível. Os que seguem a via da Luz, e que são co-criadores com Deus (ou o que quer que se chame) e com isso se tornam no reflexo da imagem de Deus: "assim é em cima como em baixo" segundo Hermes o Três Vezes Grande. Além disso e que me perdoem os que possam não compreender o real significado das palavras que não são minhas, Jesus o "Cristo" (i.e. o Iniciado) é simbolicamente o Lúcifer: o anjo transmissor da Luz (pelo exemplo de vida em plena harmonia com a Lei de Deus – i.e. Leis Naturais) nascido da carne, transmutando-se pelo auto-sacrifício, condição que reflecte o nível espiritual representado na casa do Tiphareth. Ele disse: "ninguém pode chegar ao Pai a não ser por Mim" (i.e. pelo meu exemplo, que é no fundo o seguimento escrupuloso das Leis Divinas), pela via do Amor em contraponto à via da dor. Na Portugalidade, este paradigma funcionou na era dos Reis Iniciados da primeira e segunda dinastias até D. João II: o Rei que mandou deitar os escudetes do nosso escudo e a partir do qual se verifica a rendição do reino, espelhada na simbólica das espadas de algumas representações como a do Infante D. Henrique na porta sul dos Jerónimos, onde o cavaleiro iniciado deixa de se encontrar à Ordem, vigilante na posição "en garde" empunhando a espada para cima, para o Divino preparado para o ataque aos vícios da profanalidade, para numa posição inversa, a apontar para a terra numa condição de derrota ou submissão à materialidade. Esta foi o símbolo da passagem das Ordens Monásticas Militares activas a Ordens Monásticas Contemplativas e passivas. Se antes as Ordens eram edificadas num perfeito equilíbrio interno/externo, as segundas perderam o externo passando à clausura. Sabe-se pela regra do justo equilíbrio de que não só o externo sem o interno se encontra condenado porque perde o rumo – a raiz não sobrevive sem o tronco e sem os ramos com as suas folhas, flores – mas igualmente o interno sem o externo não tem futuro porque lhe falta a sua razão de ser – a sua raiz na terra desaparece, tronco e os seus ramos secam e definham! A árvore só dá verdadeiros frutos se mantiver a raiz na terra e a sua copa bem iluminada. Se ainda não chegasse como justificação simbólica de mudança de paradigma, temos como corolário a consagração do Reino Português a Nossa Senhora da Conceição em 1640 em contraponto com a consagração inicial do País ao Arcanjo S. Miguel e a S. Jorge, ambos guardiães da Luz que derrotam simbolicamente os dragões do mal (ou o réptil em cada um de nós…). A iniciação segundo a Ordem do Templo, da qual eram irmãos os Reis da primeira e segunda dinastias, serviam de manutenção da linha de transmissão sagrada e interna dessa força oculta, dessa Luz – a chama da Portugalidade. Qualquer organização no plano sensível que destrua o seu sagrado interno, como já referi, terá os seus dias contados, como projecto livre construtivo. Será um mero vassalo de outrem e o medo as suas algemas… O Interno dessa ordem templária tornada de Cristo (e compare-se a Charola de Tomar com a Távola Redonda…), espelhado em todas as suas práticas construtivas e operativas (construtivas porque seguem as Leis Divinas) da nossa história inicial, eram a "magia branca" que permitia não só a missão Heróica de Portugal como por consequência, o bem sustentado de todos os seus habitantes. De tal forma isto foi planeado que se não tivesse ocorrido a profanação desse interno, dessa Alma do corpo Luso, Portugal seria o Mundo todo, tal como o desejariam os autores da Esfera Armilar quando lhe colocaram as quinas em cima! Seria o Mundo todo e deixaria de o ser, porque a missão do Porto do Graal teria findado, o país deixaria de ser relevante porque estaria espelhado no mundo e o Amor Incondicional reinaria sobre a Terra e sobre a multiplicidade dos povos, como é disto paradigmático a Mensagem do Fernando Pessoa. O Lúcifer como filho de Deus é ainda Osíris, que é destruído ou se deixa destruir para salvar os seus irmãos... o cordeiro imolado, o pelicano que alimenta os seus filhos com o seu sangue, etc. consoante as tradições e as interpretações. Nos Maias, o Pelota acabava com o sacrifício do vencedor, sendo o seu sangue derramado a fim de regenerar a terra, tornando-a fértil de novo... A outra interpretação do Lúcifer é feita pelos seguidores, se quiser da "luz negra" ou Iluminati, ou Alumbrados... digo luz negra, porque eles não se concebem como portadores reflectores da Luz do Alto, mas e mais do que isso, identificam-se com a própria Luz! Eles considerando-se iluminados com luz própria, já não necessitam do Iluminador pois chegaram ao seu patamar aqui na Terra! Aqui Lúcifer deixa de estar debaixo de Deus, e partindo do pressuposto que se pode colocar lado a lado com Ele, o próximo passo é ultrapassá-lo matando-o mentalmente, pensando que desta feita se emancipa e se torna ele próprio deus! Este é o verdadeiro princípio do satanismo e a sua energia deriva da "magia negra". A linha que separa um do outro é ténue, fazendo lembrar a saga da Guerra das Estrelas, onde o lado negro da força é fácil de atrair todos aqueles que possuem os quatro verbos: "querer, ousar, saber e calar". Ou seja, aqueles que possuem as características inerentes à via da iniciação encontrar-se-ão no fio da navalha: ou são acompanhados de um forte Amor Incondicional, imagem do Uno e se tornam co-criadores com Ele seguindo a Luz, ou fazendo uso da "força" que adquirem, potenciam os complexos e os vícios próprios do corpo ainda não purificado e projectam-se no lado negro, tornando-se agentes da destruição simbolizado no deus Hindu Kali ou no egípcio Seth. A iniciação é por isso uma prova que deve ser levada muito a sério, tão a sério que a continuação de impurezas no complexo trino do candidato pode levá-lo a passar mais tarde como referi a ténue linha que separa os dois tipos de realidade: Luz ou Trevas. O lado negro, é o kaliuga do hinduísmo, ou o movimento regenerativo essencial à purificação de algo que não pode continuar, porque perdeu o equilíbrio harmónico e entrou no movimento entrópico da Termodinâmica... É Seth que mata Osíris e que com isso leva ao fim de um ciclo e ao início do outro, tal como o Outono leva ao Inverno e este à Primavera. É o ciclo que se fecha no Ouroboros do "Solve et coagula, Order ab Caos". O ciclo em que se encontra mergulhado o mundo e em especial o ocidental é claramente no segundo... Quando se olha para a vida do ponto de vista economicista, quando o objectivo último é reduzir a despesa e obter lucro pelo lucro, perdeu-se o espírito de Missão e com isso não pode haver crescimento, mas sim, destruição lenta e inexorável. É a fase de decomposição do corpo pelos vermes… Quando em política se segue a gestão económica anterior, se entra no laxismo educativo e de valores sociais, quando se concede Liberdade e Igualdade sem nada se pedir ou exigir em troca, quando se fala (quando fala) em Fraternidade como mera oportunidade de negócio político financeiro, estamos a destruir a sociedade e o mundo do Homem. Deixo aqui estes breves exemplos de reflexão… Aqui, mais uma vez, Lúcifer, o paradigmático símbolo do portador da Luz transforma-se não no simples transmissor dessa Luz, no intermediário que tal como Jesus se torna no caminho ou no exemplo para se chegar a Deus, mas no próprio deus: e assim falou Zaratustra! Se a identidade das forças que iniciaram o projecto do movimento de socialização da sociedade pode levar a conjecturas consubstanciadas em interesses e na relação causa efeito, a implementação do seu plano foi levada a cabo a partir da filosofia contraparte da "New-Age" ou seja a conhecida Novo Ordo Seclorum, cuja iniciativa partiu de algumas forças na zona franco-germânica. Nietzsche, Marx, Engels, Proudhom, foram junto de outros, os novos profetas do Super Homem, ou do Homem Deus, que está na base do conceito da sociedade actual, em que o vencedor em qualquer das áreas sociais é um deus, em especial no âmbito económico/político/financeiro. São estes os autoproclamados deuses que se acham no direito de decidirem sobre todos os restantes seres humanos – a reles massa amorfa e estupidificada – de onde um dia saíram para a montanha ou monte Olimpo! E como positivistas que são os obreiros desta causa, só contemplam um cenário binário, inconscientemente limitados que estão ao mundo dual da matéria... A sua sociedade perfeita só tem dois níveis, os deuses, acima da humanidade medíocre (tal como a concebem) e onde se acham e os restantes humanos cuja serventia equivale à do escravo, útil desde que não se torne um comedor desnecessário. Este aspecto segue a analogia da lenda do Flautista de Hamelin, onde os ratos da sociedade, vão atrás da música na direcção do precipício. «Nas monarquias exigia-se total fidelidade do Rei ao seu povo e vice-versa. Mesmo nas monarquias constitucionais esperava-se que tanto o Rei como os seus ministros colocassem o bem público acima do seu próprio interesse e considerava-se traidor quem agisse de outra forma.» Só o iniciado pode dar a vida pelos seus semelhantes, só ele conhece o auto-sacrifício e o projecta como missão escatológica dele próprio. E mesmo que não seja ritualísticamente um iniciado, todo aquele que assim se comportar já o é sem necessitar de o ser formalmente. No Egipto Antigo o Faraó para além de pertencer pelo sangue a uma linha de líderes guerreiros bem sucedidos, era um irmão iniciado num dos Templos dedicados a Osíris, ou um seu equivalente. Para o exterior ele era soberano, para o interior da Ordem, tinha que cumprir as suas Leis, e fazê-las cumprir escrupulosamente no externo, sobre os seus domínios. Essa pretensa dependência do Monarca aos princípios espirituais Divinos guardados a Sete Chaves pela Ordem a que pertencia, permitiu reflectir no mundo exterior essa mesma ordem interna e assim construir aquela fausta civilização. E foi a falha iniciática que conduziu à mudança de polaridade e à sua queda, qual pedra de fraca qualidade que aparelhada faz ruir todo o edifício num futuro próximo… Em Portugal, penso que algo equivalente se deu no Interno da Ordem Templária de Cristo. A profanalidade na posse dos segredos corrói por dentro o corpo que muda de polaridade e passa rapidamente ao denominado "satanismo", ou materialismo, ou capitalismo, ou socialismo... D. Manuel I o último Rei iniciado apressou-se rapidamente à escrita dos segredos na pedra manuelina, antes que a palavra se perdesse novamente de tal modo que a Luz não pudesse ser restaurada no futuro, no novo ciclo, na nova Primavera. «Nunca se devia permitir que em democracia o povo votasse em personagens que dependem de outrem! Não se consegue ser fiel a dois donos em simultâneo! Há que optar! Só devia chefiar uma nação quem integralmente a defende!» Como já ficou um pouco expresso atrás, as Escolas de Mistérios não são donas de ninguém! Para se considerarem Escolas de Mistérios têm de cumprir e fazer cumprir não as leis dos homens, mas as Leis Divinas ou Naturais. O iniciado da Luz (em todas as épocas) é aquele que se ultrapassou a si mesmo, os seus complexos e vícios, e se centra acima do envelope material do corpo, mantendo-se contudo com os pés bem assentes na terra que ama, porque sem ela não pode de todo evoluir. Desta feita é aquele que mais se encontra preparado para melhor "chefiar" os seus irmãos: conhece o caminho, é tolerante às fraquezas dos outros porque já as teve e imbuído no Amor Incondicional pretende o bem de todos, porque se torna no seu próprio bem! O plano em que vivemos é a Escola que permite o crescimento espiritual, pela purificação iniciática, que é o que vida se trata. É o plano intermédio entre o Inferno e o Paraíso de Dante Alighieri! Quanto à R+C, é uma organização de Luz porque se centra nos mesmos princípios do Espírito Santo, culto muito praticado entre nós e que hoje só o é nos Açores na sua pureza e nalgumas zonas do continente muitas vezes já modulado e alterado. A semelhança das Bodas Alquímicas ao nosso culto do Espírito Santo com o Imperador Menino – o Rei do Mundo, torna esta ordem a ainda herdeira da Luz iniciática, portadora do antigo facho e por isso contrária aos Iluminati. Existem várias versões, e muito poucas são fidedignas é certo, mas o Homem de coração puro saberá como separar o trigo do joio. Para terminar permito-me referir que desde que a Terra continue a ter Homens justos ou de coração puro e em harmonia tríplice, nada estará perdido. Os ciclos suceder-se-ão como o dia após a noite, as estações do ano e só os que se identifiquem com a Vida triunfarão tal como Lot da cidade em chamas! Mais uma vez obrigado pela oportunidade. |
2. Bilderberg e afins... Escrito por Elsa, em 23-02-2008 21:31 Um bom livro: "Clube Bilderberg - Os Senhores do Mundo" http://www.danielestulin.com/?op=noticias¬icias=ver&id=318&idioma=en Bons filmes: http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024 http://video.google.com/videoplay?docid=-8674401787208020885 |
3. Re-escrevendo a história Escrito por Elsa, em 12-08-2008 13:39 Outro filme interessante: http://www.planetquo.com/The-Occult-Technology-Of-Power |
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