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Remoinhos, um segredo Celta?
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Por Rainer DaehnhardtImage

Aviso Aquariano 2

Uma fíbula celta, encontrada na Lusitânia, levanta a questão acerca dos conhecimentos dos druidas. Mostra duas espirais que se movem em sentido contrário e se aproximam, formando um laço de união.

Nesta fíbula podemos ver um fenómeno da natureza observado pelos nossos antepassados que é o casamento de remoinhos na água.

Em 10.1.2008 o "SPIEGEL-ON-LINE" publicou, sob o título de "KOSMISCHE ENERGIESCHLEUDER" (catapulta de energia cósmica), as primeiras fotografias tiradas no espaço onde se dá o choque de duas galáxias e em que se pode ver um gigantesco jacto de plasma. No local onde as galáxias, que se moviam em direcções contrárias chocaram, formou-se um inimaginável centro de energia que tudo engole, através do que vulgarmente se chama um buraco negro. É deste que surge o jacto de plasma que se projecta até uma distância de 13.000 anos-luz. Uma "ejaculação", num casamento cósmico! Lançando pó e gás, forma novos sois e planetas que se agrupam em novas galáxias.

Vida-morte-vida-morte-vida..., em eterno renascimento!

 

fíbula
Fíbula celta mostrando duas espirais ou dois remoinhos que se tocam
embora mexendo-se em sentidos contrários. (Museu Luso-Alemão).

 

Por que razão é que a fíbula com 2.500 anos e a fotografia científica actual mostrando o choque de mundos têm o mesmo aspecto? Será mera coincidência de formas?

Vemos a mesma imagem nos remoinhos que se encontram na água.

Quem se dedicou ao estudo destes foi VIKTOR SCHAUBERGER, o austríaco que tirou forças da água que ninguém suspeitava existirem sequer.

A utilização da força da água por azenhas é ancestral. Um dos nossos Reis Iniciados, D. Afonso V, elegeu a azenha como seu símbolo, frequentemente representado nos seus "contos para contar". É interessante verificar-se que no seu reinado se passou da utilização exclusiva da azenha horizontal para a vertical, hoje mais frequente. Ambas porém apenas transmitiam a força levada por uma corrente de água a um eixo que por sua vez tanto podia mexer mós como pilões.

Viktor Schauberger porém, foi significativamente mais longe. Descobriu uma força especial que nasce no remoinho da água e tanto suga como expele. Inventou então tubos com uma nervura interior que obrigava a água a correr em espiral.

Outros povos se aperceberam de que o fluxo em espiral tem as suas vantagens. Na cultura El Fayum, no Egypto, há cerca de 5.000 anos, já se faziam pontas de flechas de sílex com terminais ligeiramente curvas. As flechas deste tipo enroscavam-se no ar, voando com muito mais precisão do que as flechas vulgares.

Na Idade Média, usavam-se virotes para as bestas. Estes possuíam curtas asas inclinadas de madeira que por sua vez obrigavam o projéctil a virar-se sobre o seu eixo longitudinal. Daí o nome de " virote" (porque viravam no ar). A sua precisão é impressionante.

As armas de fogo de cano estriado, obrigam o projéctil de chumbo a enroscar-se no ar, dando voos de alta precisão.

Viktor Schauberger teve todos estes conhecimentos quando resolveu obrigar a água a correr de forma rotativa. A sua grande surpresa porém, foi a descoberta do que ele chama "Doppelwirbel" (a dupla rotação ou o duplo remoinho). Resolveu fabricar um tubo com nervura interior, como se fosse um cano estriado. De seguida, deu a este tubo o feitio de rosca, parecido com o tubo de um antigo alambique. Desta sorte, obrigava a água a correr em dupla rotação. Isto não só anulou a travagem por fricção, como lhe deu acesso a uma força desconhecida, de uma dimensão extraordinária. Chamou-a "Durch den Doppelwirbel geformtes Kraftfeld" ou seja "Campo de Energia criado pelo duplo remoinho".

Esta força era desconhecida da humanidade. Schauberger não apenas a descobriu, como até soube dominá-la e pô-la em uso. Será esta uma das forças por ele encontradas que a natureza nos oferece gratuitamente e da qual ele se serviu para os seus projectos de levitação? O futuro o dirá!


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