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O Governo de Harper aprova, irresponsavelmente, a vacina HPV, que provoca efeitos secundários terríveis em raparigas novas, incluindo o cancro. Por Paul Chen O governo minoritário Conservador do Primeiro-Ministro canadiano Stephen Harper decidiu, recentemente, gastar $300 milhões de dólares numa campanha para vacinar raparigas dos 9 aos 13 anos contra o cancro do colo do útero. Não será uma medida fantástica tomada pelo governo para resolver um dos problemas mais cruciais de Saúde? O problema é que a decisão parece ser motivada para apoiar, financeiramente, os interesses farmacêuticos do mega comércio dos EUA que desenvolveu a vacina. No Hamilton Spectator, de 26 de Setembro de 2007, Katheleen O’Hara referiu-se ao programa de vacinação como um esforço para criar mais “cobaias” para uma vacina que causa muitos e graves problemas de saúde.
Quatro províncias do Canadá, Ontário, Nova Escócia, Terra Nova, Labrador e a Ilha Prince Edward, aderiram à última hora tornando a relativamente nova vacina Gardasil, da Merck Frosst, disponível para certas idades, através de programas de vacinação. Outros governos provinciais estão a debater o assunto, juntamente com os territórios. Houve oito mortes documentadas ligadas à vacina contra o cancro cervical. Os médicos suspeitam que a vacina – que protege contra o papiloma do vírus humano que causa o cancro e é transmitido sexualmente – pode estar implicada nas 3.461 reacções adversas documentadas, que incluem paralisias e ataques epilépticos. O National Vaccine Information Center, NVIC, (Centro Nacional de Informação sobre Vacinas) sedeado nos EUA, publicou, em Fevereiro de 2007, uma nova análise do U.S. Federal Vaccine Adverse Event Reporting System, VAERS, (Sistema Federal de Informação sobre Reacções Adversas a Vacinas dos EUA) sobre os graves problemas de saúde que surgiram após vacinações HPV (com o Gardasil da Merck), durante os últimos 6 meses de 2006. Entre os 385 relatórios sobre reacções adversas ao Gardasil, comunicados ao VAERS, dois terços precisaram de cuidados médicos adicionais e cerca de uma terça parte de todos os relatórios referiam-se a crianças até aos 16 anos, das quais cerca de 25% receberam, em simultâneo, uma ou mais vacinas das 18 que a Merck não estudou em combinação com o Gardasil. O NVIC está a alertar o FDA e o CDC para que avisem os pais e os médicos que o Gardasil não deve ser combinado com outras vacinas e que as jovens devem ser vigiadas durante, pelo menos, 24 horas após a toma para ver se surgem episódios de síncope (desmaios) que podem ser acompanhados por ataques epilépticos, sintomas de formigueiro, dormência e perda de sensibilidade nos dedos e nos membros, algo que deverá ser transmitido de imediato ao VAERS. Segundo o NVIC, a maioria das reacções adversas ao Gardasil, comunicadas ao VAERS, envolvia febre, náuseas, dores de cabeça e dores em geral; 14% eram episódios de síncope com ou sem sinais neurológicos; 8% tiveram sensações de formigueiro, dormência, perda de sensibilidade no corpo, paralisia facial e síndrome de Gauillain-Barré. Embora os relatórios sobre as reacções adversas, enviados ao VAERS, não provem a causalidade, podem fornecer um sinal de alerta precoce a indicar que a nova vacina pode estar a provocar problemas de saúde possivelmente graves. O NVIC também descobriu que havia vários relatórios do VAERS sobre o surgimento de infecções HPV, verrugas genitais e lesões cervicais após a toma de Gardasil. Ignora-se se as jovens foram infectadas antes de serem vacinadas, ou se o Gardasil não as protegeu. Um dos casos de infecção HPV ocorreu numa rapariga de 22 anos que participara numa experiência com o Gardasil da Merck, em 2003, onde demonstrou «uma forte conversão aos 4 tipos de vacina», mas «cujo teste provou ser HPV positivo, de alto risco», em 2006, segundo o relatório do VAERS. Uma cientista, que passou 20 anos a desenvolver a vacina contra o papiloma do vírus humano, também diz que a vacina do HPV não é para raparigas novas, e que é um “disparate” os governos estarem a destiná-la a elas. Ela afirma ainda que a vacina não foi testada quanto ao efeito que produz em raparigas novas e que administrar a vacina a raparigas de 9 anos pode não protegê-las de todo. No pior dos casos, em vez de reduzir o número de casos de cancro do colo do útero, no espaço de 25 anos, uma tal cruzada de vacinações poderá fazer este número subir. «Administrá-la a crianças de 11 anos é uma grande experiência de saúde pública», disse Diane M. Harper, cientista, médica, catedrática e directora do Gynecologic Cancer Prevention Research Group, (Grupo de Pesquisa da Prevenção do Cancro Ginecológico), no Norris Cotton Cancer Center, em Dartmouth Medical School, em New Hampshire. «É um disparate mandar vacinar raparigas de 11 e 12 anos. E há falta de provas concretas, quanto aos efeitos secundários para se saber se a vacina é segurança.» Um observador do governo dos EUA ficou preocupado ao notar que a Merck estava a fazer grandes doações a políticos chave. Um pedido de liberdade de informação, pelo grupo, em Maio deste ano, revelou que, desde 8 de Junho de 2006, quando as vacinas foram aprovadas pelo FDA dos EUA, até Maio de 2007, o FDA recebeu relatórios de 1.637 casos de reacções adversas à vacina HPV. O Toronto Star informou recentemente que a Merck Frosst Canada Lda. contratou o Hill & Knowlton, um gigante das Relações Públicas, para promoverem as estratégias de imunização usando lobbyistas bem relacionados como Ken Boessenkool, antigo conselheiro político do Primeiro-Ministro Stephen Harprer, Bob Lopinski, que fez parte do gabinete de Dalton McGuinty, e Jason Grier, antigo chefe do estado-maior do Ministro da Saúde Geroge Smitherman. O Governo Conservador de Harper aprovou a vacina HPV Gardasil da Merck, em Julho, e mais tarde anunciou um programa de 300 milhões de dólares para administrar a vacina em raparigas dos 9 aos 13 anos. Isto, evidentemente, é apenas o princípio do que a Merck provavelmente espera que seja um programa de vacinação de todas as mulheres potencialmente activas sexualmente, no Canadá, que ainda não estão infectadas pelo HPV. Em Agosto, os Liberais de McGuinty, de Ontário, mediante os conselhos do Ministro da Saúde George Smitherman, anunciaram que todas as raparigas da 8ª classe terão acesso gratuito ao Gardasil. Fonte: The Canadian National Newspaper Lido: 4661
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