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por Rainer Daehnhardt Tudo indica que se prepara um vendaval geopolítico, de consequências inpensáveis na Antárctida. A Grã-Bretanha apresentou, no mês passado, na comissão das Nações Unidas, um pedido de reconhecimento da soberania britânica de uma zona da Antárctida que se espera possivelmente rica em petróleo e gás. Imediatamente a Argentina reagiu, reclamando a sua soberania não apenas sobre uma fatia da Antárctida, mas também, sobre parte do oceano, incluindo as Ilhas Malvinas.
Tal atitude preocupou o seu vizinho, o Chile. Tomou este país a decisão de reactivar o seu posto de apoio naval na Antárctida, chamado "Arturo Prat". Em meados de Novembro, interveio a República Popular da China, que decidiu enviar o seu quebra-gelo "Dragão da Neve", para levar uma nova expedição à Antárctida com o intuito de reconstruir as suas duas bases aí situadas e de iniciar a instalação de uma terceira. A 6 de Novembro, partiu a 53ª expedição russa para a Antárctida, a bordo do navio de pesquisa e quebra-gelo "Akademic Fjodorow". Durante o ano de 2007, americanos construíram um aeroporto de dimensão invulgar, perto do Pólo Sul, não permitindo a sua utilização a outras nações, embora o terreno seja considerado internacional. O Reich Alemão, juridicamente ainda existente, apenas as suas Forças Armadas se renderam, também já se faz ouvir de novo. Este Estado não foi dissolvido, logo, a República Federal Alemã é apenas uma forma provisória de governação, semi-autónoma, visto que se mantêm condicionalismos impostos pela Comissão de Controlo dos Aliados que mantêm a tutela das zonas ocupadas até haver um Tratado de Paz. O que falta ao Reich (criado por Bismarck em 1871) é exercer funções governamentais num território não ocupado. Este território existe! Trata-se da colónia alemã na Antárctida denominada "Neu-Schwabenland". O Reich tomou posse de 600.000 quilómetros quadrados da Antárctida, durante a expedição Ritscher, 1938/1939. Esta expedição fotografou e marcou legalmente os respectivos limites territoriais, e ainda hoje o Reich tem direito a este território (maior do que a Península Ibérica). A República Federal Alemã reconhece a existência jurídica do Reich e faz questão de frisar não ser sua herdeira. Assim sendo, também não possui direitos para desistir da Colónia Alemã na Antárctida e todos os seus contratos neste sentido são nulos. O que a Antárctida tem de mais importante não é o petróleo, o gás ou um território que pode restabelecer a soberania alemã. Nem sequer a sua posição estratégica, mas sim o maior depósito de água potável do planeta. Dentro da sua camada de gelo (com 1,8 km de espessura), existe um lago de água doce, não contaminada, de dimensão superior que a soma de todos os rios e lagos de água potável existentes no planeta. Estar-se-á já a planear uma GUERRA PELA ÁGUA? Lido: 2160
1. Encontrarão lá apenas água...? Escrito por Pedro Nogueira, em 16-02-2008 23:01 Acredito plenamente que todas estas movimentações em direcção à Antárctida se devam não só á busca de água potável, como também de zonas habitáveis até porque em relação a combustíveis e segundo alguns entendidos, a corrida já se iniciou mas em direcção á lua buscando o tal "hélio3"... resta agora saber se nestas explorações á Antárctida os ditos exploradores se irão deparar com algumas surpresas, principalmente em zonas outrora já reclamadas pela Alemanha ou pelo menos pelo Reich Alemão! É claro que para falar sobre isto, ninguém melhor que o Srº Rainer Daehnhardt. |
2. Da Antárctida aos Açores: factos sistema Escrito por Manuel Pires, em 23-06-2013 20:47 Em 1998 Rainer Daehnhardt publicou um livro fabuloso chamado \"Dos Açores à Antárctida: um dos Grandes Segredos do sec. XX\" (hoje esgotado) em que na pág.126 se anunciava o aparecimento \"do volume 2 desta trilogia (Da Antárctida aos Açores: factos sistematicamente escondidos), que se Deus assim o quiser, sairá no próximo ano.\" Desde aí nada! salvo o desaparecimento das Publicações Quipu... |
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