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Primeiro, é ridicularizada.
Segundo, é violentamente atacada.
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Será que me enquadro no perfil criminoso de Schäuble?
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Nota do GRIFO: Ainda que este GRITO DE ALERTA diga mais respeito à Alemanha e à Áustria resolvemos, publicá-lo aqui porque demonstra em que águas alguns países europeus já navegam.

Um assassino como Ministro do Interior!

Por Gerd Honsik
(exilado político por delito de opinião)   

 

Quando o actual Ministro do lnterior (da RFA), W. Schäuble, exigiu o assassínio “preventivo” de “suspeitos de terrorismo” introduziu uma nova e talvez a última era do imperialismo americano. Uma época em que o imperialismo e os seus lugar-tenentes, na Alemanha, se preparam para renunciar abertamente à “folha de parreira” da “democracia”, à “Constituição” e ao “humanitarismo” e regressar ao terror puro e simples do qual saíram a custo em 1945.

Este é o momento em que os que estão atentos entre nós vão insistir no princípio da democracia, ou seja, no direito da maioria, de sermos nós a determinar o nosso rumo de governo, e não a força ocupante.

Todas as garantias dos direitos fundamentais da liberdade cristã, tal como Lutero os proclamou, da liberdade individual conforme a Revolução Francesa e a Constituição dos EUA pretendiam garantir, e segundo a insurreição popular de 1848 prometeu, da mesma maneira que todas as constituições que assentam nos 14 pontos de Wilson, foram anuladas com o plano de assassínio de Schäuble, não apenas de facto mas também de jure, pelos EUA e as suas marionetas, perante o mundo.

Se até agora era perigoso alguém emitir uma opinião livre, na Alemanha, sob Schäuble poderá tornar-se fatal! Vou dar dois exemplos pessoais:

Em 1992, fui acusado pública e falsamente na TV austríaca de ter planeado e preparado um golpe de Estado.

Para ilustrar a falsa acusação, foi apresentado pelo Ministro do Interior da Áustria da época, do constantemente embriagado Chefe da Polícia Bögel e o “resistente” duro, engordado com dinheiro subtraído aos impostos Dr. Wolfgang Neugebauer, um arsenal composto por pistolas-metralhadoras e granadas de mão aos espantados espectadores da TV, habilmente acompanhado dos meus versos humanísticos.

Foi assim que, em 1992, de repente e injustamente, fiquei sob “suspeita de terrorismo” e correspondia exactamente ao esquema de presa dos actuais “desejos de assassínio” de Schäuble.

Se a hoje requerida lei assassina do perigoso antidemocrata Wolfgang Schäuble já estivesse vigente no espaço europeu, lei essa pela qual ele tanto se entusiasma publicamente, nos termos de Bush e Companhia, para escândalo da Alemanha, eu teria provavelmente sido abatido sem processo por assassinos contratados pelos Serviços Secretos de “Defesa da Constituição”.

Eu já não teria podido fazer valer o facto das acusações que me fizeram, em 1992, se terem provado falsas, eu jamais ter cooperado com os inculpados e de estes também estarem inocentes. É que para suspeitos uma vez “assassinados” em termos legais por um Ministro do Interior, já não há jurisdição que lhes valha neste mundo.

É que, naquela altura, a polícia “atribuiu” por “engano” aos pretensos “conspiradores” um arsenal que consistia em adereços de teatro que não funcionavam, roubados por desconhecidos.

Mais tarde, sob o inqualificável Ministro do Interior da Áustria, os media lançaram sobre mim, durante 5 anos, suspeitas de eu ser um “assassino de cartas armadilhadas” até eu ter conseguido a condenação dos caluniadores, em tribunal, mediante as corajosas declarações do Dr. Michael Sika, o maior polícia do país, que se opôs ao próprio Ministro do Interior. Se tudo tivesse corrido conforme Schäuble, talvez a polícia ter-me-ia abatido a tiro impunemente sob falsas suspeitas.

Afirmo que nem 1000 “vítimas de terroristas” por dia deviam mover os íntegras a abolirem a liberdade e o humanitarismo.

É por isso que também não devemos defender o assassínio deste Ministro do Interior tão disposto a matar. Apenas a sua prisão e condenação, ou, pelo menos, o seu internamento no manicómio.

Frau Merkel comentou os planos assassinos de Schäuble numa entrevista a 11 de Julho de 2007, lacónica e desavergonhadamente: «Devemos poder falar sobre tudo!»

Não, Frau Merkel, não se deve falar em matar inocentes preventivamente, ou seja, assassinar à traição. É algo que está proibido desde a matança preventiva das crianças, levada a cabo pelo Rei Heródes!

Se um dia eu for assassinado traiçoeiramente devido a uma falsa suspeita, quero que os meus amigos saibam que o culpado só poderá ser Schäuble ou alguém igual a ele.


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