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Por Rainer Daehnhardt Caixa de rapé, em ouro e diamantes, oferecida pelo Imperador Guilherme II a um político britânico quando da troca de Zanzibar por Helgoland. (Museu Luso-Alemão) Chegou o tempo para algumas verdades virem ao de cima... A 2ª Guerra Mundial não começou com a entrada alemã na Polónia. O 1º Ministro britânico, em discurso oficial, até a considerou parte integrante da 2ª Guerra de Trinta Anos (a 1ª foi de 1618-1648) contando-a, portanto, de 1914 a 1945. Que as sementes deste grave conflito foram plantados no "Dictado de Versailles" não restam dúvidas! Interessante porém é saber-se da Declaração de Guerra contra a Alemanha feita pelo Conselho Mundial Judaico a 23 de Março de 1933 (publicado em destaque principal na 1ª página do Daily Express do dia seguinte, sob o título: "Judea declares war on Germany - Jews of all the world unite in action". Enquanto o conflito militar começado na Polónia (combinado, como acção conjunta, entre Hitler e Estaline) se espalhava pela Europa [com as declarações de guerra britânica e francesa contra a Alemanha (1939-1941)], não se falava de Guerra Mundial. Esta denominação apenas surgiu apôs o ataque japonês a Pearl Harbor (7-12-1941), com a entrada do Japão e dos Estados Unidos da América.
Não é apenas juridicamente que esta guerra não terminou. Enquanto não existir um Tratado de Paz assinado livremente por ambas as partes beligerantes, pode apenas falar-se num armistício. Porém, nem este existe. O último Presidente do Reich, Grossadmiral Dönitz, ordenou apenas a rendição incondicional das Forças Armadas Alemãs (sob seu comando), e não a rendição do Reich. Os aliados também não consideram a guerra como terminada, mantendo a ocupação, tanto militar como jurídica. A guerra psicológica mantém-se em pleno. Houve ainda acções beligerantes, porém não são muito conhecidas. Os ingleses mantiveram-nas até 1952. Muitas houveram dos outros aliados. Em 1952 os americanos ainda enforcavam alemães na Alemanha, apesar da criação da RFA. Isto em 1949, e por esta não possuir jurisdição sobre as actividades dos vencedores na Alemanha. Dos americanos sabe-se de acções militares contra território do Reich até 1958. Dos soviéticos até 1990. Da parte do Conselho Mundial Judaico nunca houve abrandamento desta guerra, mantendo-se em pleno, sobretudo na parte psicológica, por intermédio de Hollywood. Hoje, revela-se aqui uma acção beligerante de origem britânica e com traços espectaculares… No próximo dia 18 de Abril, faz precisamente sessenta anos que se deu uma das mais asquerosas acções psicológicas e militares da 2ª Guerra Mundial: a tentativa da destruição do local mais divino germânico, a Ilha de Helgoland. Nenhuma zona foi tão bombardeada nesta guerra como este rochedo situado no Mar do Norte, adjacente à Alemanha e à Dinamarca. Já no 1º bombardeamento levado a efeito pelos britânicos, propositadamente também num dia 18 de Abril, mas de 1945, ou seja cerca de duas semanas antes da data que nos é ensinada como sendo o fim desta guerra (8-5-1945), 950 aviões da RAF largaram 5.000 toneladas de bombas sobre esta ilha de apenas dois quilómetros quadrados. No dia seguinte voltaram com idêntica carga. Estas 5 toneladas de TNT por metro quadrado (um recorde mundial) mataram 285 dos seus habitantes. Destruíram também todos os edifícios (inclusive um excelente museu oceanográfico e biólogo-marinho), e o cemitério inglês. Certamente os pilotos britânicos não foram informados do que estavam a fazer às ossadas dos seus próprios antepassados!... Mas o ódio e o sentimento anti-germânico não pararam por aí. Durante décadas continuou a guerra contra este rochedo. Os britânicos serviram-se deste "marco" no mar, para treino de bombardeamentos da sua força aérea. Para o dia 18 de Abril de 1947, porém, preparou-se algo de sensacional e definitivo: o afundamento de Helgoland, através da maior explosão (não nuclear), alguma vez causada pelo homem! A ordem política dada ao almirantado foi: "Let's sink the dam'n rock!". Tudo o que sobrou nos depósitos britânicos de munições da 2ª Guerra Mundial foi transportado para esta ilha e colocado no vasto sistema de túneis, que tanto os dinamarqueses como os britânicos e os alemães tinham cavado nesta rocha, tornando-a numa espécie de "queijo suíço", ancorado no mar. 6.700 Toneladas de munições, 4.000 torpedos, 9.000 bombas anti-submarinos e 91.000 granadas de artilharia, de diferentes calibres, foram detonadas ao terceiro som do sinal de uma hora da BBC (em total cumprimento da numerologia cabalística, já visível pela data escolhida: 18=1+8=9, o número de Javeh). Uma explosão nunca vista deu-se perante os olhos dos observadores militares, jornalistas e diplomatas. A ilha gemeu e cuspiu raios de fogo e fumo em todas as direcções! Uma onda tsunami bateu nas costas do Mar do Norte! Uma nuvem gigante levantou-se a quilómetros de altura, espalhando-se lentamente com o vento. Convencidos de que nada restaria deste local "pertinente", os observadores ficaram estupefactos quando as nuvens de fumo passaram e viram reaparecer a silhueta da ilha! Com a teimosia de quem nunca quer perder, decidiram então continuar a bombardear a ilha até nada restar. A grande explosão rachou-a ao meio e os bombardeamentos apenas rasgaram a sua superfície, como se de um ataque de um monstro raivoso se tratasse. Um dia porém, em 1952, centenas de refugiados desta ilha disseram "BASTA!" e tomaram o destino nas suas próprias mãos porque nada de positivo poderiam esperar dos novos governantes vassalos, totalmente feitos com o antigo inimigo. Em centenas de pequenas embarcações a vela, motor e remo, aproximaram-se da sua ilha, dispostos a morrer se os bombardeamentos continuassem. Suficientes jornalistas corajosos internacionais acompanharam a sua saga. Quando a 1ª onda de bombardeiros chegou e informou acerca da aglomeração de pessoas à volta da ilha, a política britânica resolveu recuar, parar com os bombardeamentos e entregar a ilha à jurisdição da República Federal Alemã. Restaurou-se tudo e, em 1960, a população de Helgoland já ultrapassava os 2.000 habitantes. Porquê este ódio? Por aí se ter escrito (em 1841) o hino alemão? Não! Helgoland, ou Heligoland, significa o mesmo que HEILIGES LAND, ou seja, TERRA SAGRADA. Ali localizava-se um dos mais importantes locais dos cultos germânicos pré-cristãos. Embora destruído na fase da cristianização, manteve-se no subconsciente germânico como algo merecedor de respeito e carinho. Em 1402 pertencia ao Condado de Schleswig; em 1714 à Dinamarca. Em 1807 chegou a ser ocupado pelos britânicos, que a mantiveram na sua posse até 1890. Nesse ano o Imperador alemão, Guilherme II, ofereceu à Grã-Bretanha (a Rainha Victória era sua avó) a Ilha de Zanzibar, então protectorado alemão, de 2.800 km quadrados, em troca de Helgoland. Os britânicos concordaram com a troca e troçaram do "romantismo" alemão. Zanzibar, durante séculos, o mais rico posto do comércio de escravos na costa africana do Índico, valia certamente muitas vezes mais do que este rochedo histórico. Na 1ª Guerra Mundial, porém, perderam o riso quando a artilharia de longo alcance instalada nesta ilha lhes afundou diversos navios de guerra. Curioso é o facto de Guilherme II ter integrado Helgoland no Estado da Prússia (da qual era Rei). A Prússia continuou a existir mesmo após a República de Weimar. Göring foi o seu último Chanceler. No mesmo ano da grande explosão em Helgoland (1947), a Comissão de Controlo dos Aliados declarou unilateralmente a extinção do Estado da Prússia. Tal acto prepotente, porém, foi ilegal e nem foi reconhecido pelo Governo Americano (por não ter passado pelo Senado). Assim sendo, e uma vez que a RFA não é herdeira nem do Reich nem da Prússia (factos reconhecidos pelas mais altas instâncias jurídicas alemãs), pode, qualquer cidadão da Prússia, reclamar esta ilha. A Grã-Bretanha não pode oferecer o que não lhe pertence. Como o Reich (criado por Bismarck em 1871) "de jure" ainda existe e só não "de facto" por não possuir governo, calha a defesa dos interesses obrigatoriamente aos indivíduos descendentes. Mas tal pouco incomoda os alemães. O que conta é o facto da sua Terra Sagrada Ancestral ter voltado a mãos alemãs. Para muitos, o facto de ela não se ter afundado deve-se à protecção das divindades ainda hoje subconscientemente veneradas. Lido: 2230
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