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"Toda a Verdade passa por três fases.
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Schopenhauer

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Plano de Paz Internacional
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Fonte: Recht + Freiheit
Presseclub Schweiz, Apt. 4008 Basileia
Nr. 1 + 2 Março 2007

De Moishe Arye Friedman
Rabino geral da comunidade judaica ortodoxa antisionista de Viena

O rabino Moishe Arye Friedman é um de vários judeus antisionistas ortodoxos que tomaram parte na Conferência de Teerão, sobretudo como observadores. Estes judeus acusam o Estado de Israel de ser blasfemo. Segundo a sua convicção é vontade de Deus que o povo judaico viva disperso até à vinda do Messias. A sua atitude perante a questão do Holocausto é diversa. Alguns aceitam a versão oficial e condenam, pura e simplesmente, a utilização do Holocausto para fins políticos, outros, tal como o rabino Friedman, são de opinião que o número de mortos judeus, na II Guerra Mundial, é muito exagerado. O rabi antisionista tomou parte na Conferência de Teerão em memória “dos meus familiares que morreram no Holocausto” (n-tv 7.1.2007).

Discurso proferido por ocasião da Conferência “Review of the Holocaust: Global Vision”, 11/12 de Dezembro de 2006, em Teerão.*

Com a ajuda de Deus Todo-poderoso, Besmelahor Rahman Er Rahim, do Santo Profeta Mohammad Salla-Ilahu Alehye Wa-alehi wa Sallam! Com muito respeito pela República Islâmica do Irão e em alta consideração pelo seu supremo dirigente religioso, Aiatolah Chamenei, pelo Presidente da República Islâmica do Irão, Mahmud Ahmadinedchad e o povo do Irão, quero agradecer, na minha qualidade de verdadeiro amigo de longa data da República Islâmica do Irão e como rabino geral da comunidade judaica ortodoxa, de Viena de Áustria, o amável convite que me fizeram. A singular honra deste convite tocou-me muito.

Nos últimos 60 anos, a Humanidade, independentemente de religião, raça ou nacionalidade, foi confrontada com um “conceito de Holocausto”, que serviu de motivo para muitas guerras, mas também para a chantagem económica. Desde aí, especialmente os palestinos e o Mundo Islâmico têm sido sujeitos a inúmeras atrocidades. Tudo isto é justificado pela argumentação de que milhões de judeus foram mortos num tal Holocausto. Contudo, até hoje, não existe a possibilidade de se fazer uma pesquisa livre sobre os factos históricos, nem sobre os verdadeiros responsáveis, nem falar abertamente sobre o assunto, apesar de terem surgido grandes dúvidas sobe as conexões e os acontecimentos históricos. Os principais responsáveis pela perseguição dos judeus criaram uma religião do Holocausto, juntamente com os sionistas, que não acreditam minimamente em Deus, e cujo objectivo é exterminar a fé em Deus no Mundo. Esta religião do Holocausto exige aprovação mundial e considera-se acima de todos os acordos internacionais, da Constituição dos vários Estados e das diferentes religiões.

Cientistas e publicistas independentes, que exigem uma investigação objectiva e um debate sobre o Holocausto e a sua instrumentalização política através do sionismo, são eliminados ou, no mínimo, declarados criminosos e condenados a longas penas de prisão.

Neste sentido, temos de chamar a atenção para o facto de que os verdadeiros culpados pelas atrocidades cometidas na II Guerra Mundial, foram financeiros e sionistas.

Como descendente de uma ilustre família de rabinos europeus e como rabino geral da comunidade antisionista ortodoxa da Áustria, debrucei-me toda a vida sobre o sionismo, o Holocausto e as suas consequências, do ponto de vista histórico, político e religioso. Assim, as consequências do mau uso estratégico destes acontecimentos históricos são-me conhecidas. Assisti horrorizado a como a nossa religião e identidade judaica e o nome dos meus antepassados eram abusados, através da falsificação de acontecimentos históricos e da instrumentalização política. Através da simples menção do dito “Holocausto histórico” é perpetrado um novo Holocausto sobre os palestinianos e o mundo árabe-islâmico, com atrocidades sem exemplo na História da Humanidade. Estas decorrem, ainda por cima e ao contrário do Holocausto histórico, à vista de todo o mundo, sem que os palestinianos tenham a mínima esperança e possibilidade de se protegerem.

Está cada vez mais claro que esta instrumentalização do Holocausto conseguiu transformar o direito internacional numa via de sentido único e a coberto do mesmo causar sofrimento às pessoas.

A conferência de hoje vai tratar das seguintes questões:

1.        O sionismo e o seu papel no mundo de hoje;

2.        A Europa cristã e a perseguição histórica dos judeus;

3.        Examinar os documentos históricos do Holocausto;

4.        Examinar as possibilidades técnicas e físicas do massacre dos judeus;

5.        As ligações entre o sionismo e o nazismo, a política comum e os valores culturais;

6.        O papel do Holocausto na fundação e estabelecimento do regime sionista e a sua manutenção;

7.        Examinar os objectivos do sionismo internacional na propagação do Holocausto;

8.        Resultados e consequências do Holocausto para o Mundo islâmico e o povo palestiniano;

9.        O significado da palavra “Holocausto”;

10.     O papel dos media, da literatura e do cinema na propaganda do Holocausto;

11.     As invenções quanto à incineração de judeus e a necessidade de criar uma comissão de fiscalização.

Para começar, um breve resumo da autentica identidade judaica

A nossa verdadeira identidade sempre foi e continua a ser a religião judaica, a prática da nossa fé. Os judeus ortodoxos aceitam a diáspora que nos foi imposta por Deus. O exercício do poder, indiferentemente de que tipo, seja pelas armas, seja de natureza económica ou mediática, é-nos interdito. O nosso caminho apenas pode ser o espiritual. Por isso, rejeitamos totalmente o Estado de Israel e o movimento político dos sionistas, sob todos os seus disfarces. Principalmente, jamais poderemos aceitar a presença sionista em Israel, visto que Deus nos proibiu voltar para a Palestina como povo, ou como potência política. Essa terra não pertence aos judeus, nem bíblica, nem historicamente. Esperamos e rezamos, e faremos tudo o que estiver em nosso poder para conseguir uma Jerusalém liberta do sionismo e o regresso dos seis milhões de refugiados palestinianos à sua pátria. É por isso que apoiamos a luta da República Islâmica do Irão contra o sionismo e a favor não apenas do povo islâmico do Médio Oriente, mas de toda a Humanidade. O nosso caminho é o da fé, daí que só vemos a salvação no regresso às raízes da fé em Deus, indiferentemente que se trate de muçulmanos, judeus ou cristãos.

Por a admirável conferência de hoje só ser um início e muito restar ainda por fazer, esforçar-me-ei por dar um pequeno contributo ao ler uma parte dos acontecimentos históricos para podermos tirar as conclusões certas, isto é, chegar a propostas de solução concretas. Mas vamos primeiro aos factos:

1.        Theodor Herzl, o fundador do sionismo, falou, curiosamente, num dos seus primeiros diários, de seis milhões de judeus que, supostamente, corriam perigo, na Europa. E disse que só seria dado a oportunidade para a existência de um estado judaico se acontecesse uma catástrofe com esses seis milhões de judeus europeus.

2.        Como uma das suas primeiras acções, os fundadores do sionismo, que são realmente uma seita criminosa, foram até à Alemanha instigar a animosidade contra os judeus.

3.        Ao mesmo tempo, os sionistas tomaram todo o tipo de medidas internacionais para provocar, humilhar e boicotar o povo alemão, tendo feito lobbying, com sucesso, contra a Alemanha, junto de todos os governos do mundo, nomeadamente, a Rússia bolchevista, Inglaterra e América, entre outros.

4.        Foram os rabinos ortodoxos antisionistas e a Igreja católica que mais se opuseram aos sionistas.

5.        Tanto antes como durante a I Guerra Mundial, os bolchevistas e os ingleses mencionaram os tais seis milhões de judeus que, supostamente, corriam perigo de extermínio, por parte dos alemães, para justificar essa guerra e apresentar o povo alemão com um inimigo perverso.

6.        Após a tomada do poder dos nacional-socialistas, em 1933, organizações sionistas, na Palestina, deram os parabéns a Hitler, por escrito, salientando o que tinham ideologicamente em comum e oferecendo a sua colaboração.

7.        Pouco depois, a convite do Jewich Agency sionista, funcionários nacional-socialistas, viajaram para a Palestina onde foram recebidos com muita simpatia.

8.        Em 1934, durante um encontro entre Adolf Eichmann e o futuro presidente israelita Chaim Weizmann, perante a sugestão deste último de expulsarem os judeus da Alemanha, Eichmann fez a seguinte pergunta: “Herr Weizmann, acha que podem receber tantos judeus?” Este respondeu: “Teremos muito prazer em receber aqui as forças capazes de lutar por nós na Palestina e trataremos dos demais da maneira como se trata de lixo inútil”.

9.        Após a anexação da Áustria, em 1938, Hitler deu ordens para deixarem em paz a comunidade israelo-sionista, e esta colaborou extensivamente com Adolf Eichmann, aliás, mais do que se esperava dela.

10.     Depois da II Guerra Mundial, as comunidades sionistas prosperaram imenso em todo o mundo – revigoradas pelo pretenso assassínio dos seis milhões de judeus – e com esta justificação chantagearam não apenas a Alemanha, mas toda a comunidade internacional, incluindo a Igreja Católica, a ter uma atitude política benevolente e a disponibilizar enormes meios financeiros para a criação e estabilização do Estado terrorista de Israel.    

11.     Decerto que ainda não se conhece o número exacto das vítimas da perseguição nacional-socialista aos judeus. Em 1990, o número original de quatro milhões de vítimas, em Auschwitz, foi reduzido para cerca de 900.000 a 1,1 milhões.

Conclusões:

1.        O povo alemão jamais seguiu uma estratégia para o extermínio do povo judaico. No início, os nacional-socialistas pretendiam expulsar os judeus da Alemanha. Quem realmente tinha interesse no genocídio dos judeus eram os sionistas, para conseguirem o apoio (de natureza política e financeira) necessário para estabelecerem um estado judaico em Israel.

2.        O número de seis milhões de vítimas foi e é uma invenção sionista.

3.        Se falamos de um “eixo do mal”, tem de ser em relação aos negócios do Holocausto e o apoio prestado aos objectivos criminosos dos sionistas.

4.        Através do negócio do Holocausto, a própria Igreja Católica foi chantageada e afastada das suas raízes religiosas, através do Concílio Vaticano II.

5.        Só em virtude da instrumentalização do Holocausto para objectivos políticos, para a chantagem política, é que os ingleses permitiram e possibilitaram a imigração (ilegal) de um grande número de judeus europeus na Palestina, com a finalidade de correr com os palestinianos que lá viviam.

6.        Daí resulta, que o terrível sofrimento do povo palestiniano e as catástrofes para o mundo árabe-islâmico, a ele ligados, tenha unicamente sido possível, e continua a sê-lo, através desta instrumentalização estratégica do Holocausto.

7.        Abalados na sua fé, os judeus antisionistas e as Igrejas cristãs, através da instrumentalização do Holocausto – que podemos designar como uma “religião política” –, podiam ser levados parcialmente a apoiar esta religião do Holocausto.

8.        Nesta situação, os Direitos Humanos e a democracia só são vias de sentido único, sentido esse definido pela religião do Holocausto. Assim a forma escandalosa como o Governo do Hamas, democraticamente legitimado, é tratado pela maioria dos países do mundo; remete para este duplo padrão de Direitos Humanos e da autonomia concedida aos diferentes povos. Uma situação que brada aos céus!

9.        Foi o mundo islâmico quem menos cedeu, perante a religião e ao negócio do Holocausto, dado a República Islâmica do Irão e os países a ele ligados se apoiarem na sua fé profunda em Deus e nas suas raízes islâmicas, repudiando o sionismo e a religião do Holocausto, considerando-os os seus maiores inimigos.

10.     A religião do Holocausto, a instrumentalização do “Holocausto”, tal como acontece hoje, é manifestamente um mito e assenta em factos históricos.

11.     O mundo árabe e islâmico nada teve a ver com a perseguição dos judeus pelos nacional-socialistas, na Europa, portanto não pode ser responsabilizado por isso. Antes pelo contrário, o mundo islâmico do Médio Oriente passou a ser, nos últimos anos, vítima de um verdadeiro Holocausto, que está a ser executado perante os olhos do Mundo. Para os judeus que se mantêm fiéis à fé é uma vergonha enorme que tudo isso aconteça precisamente pelo mau uso do nosso nome e da nossa religião.

12.     Uma paz verdadeira só é possível entre povos e comunidades religiosas que se mantêm fiéis à sua religião. O maior perigo para essa fé em Deus e daí para a paz mundial é, sem dúvida, a religião do Holocausto, a instrumentalização política do Holocausto, que também é utilizada agora para atacar os interesses legítimos da República Islâmica do Irão e do seu povo. Ao fim e ao cabo está planeada a destruição das bases existenciais do Irão com o argumento de que é preciso evitar um novo Holocausto iminente.

Sugestões de solução

Plano de paz internacional da comunidade judaica ortodoxa de Viena.

Fundamentos históricos e espirituais:

Como comunidade judaica ortodoxa entendemo-nos como antisionistas. Não levando em consideração o facto de o sionistas terem provocado deliberadamente a catástrofe dos judeus no pretenso Holocausto para assim alcançarem o seu objectivo, ou seja, o estabelecimento do Estado de Israel. O seu desejo principal sempre foi dominar a economia mundial. Para nós judeus ortodoxos, qualquer forma de exercício do poder, tanto de natureza militar como de natureza económica, é uma revolta contra a vontade de Deus. Aceitamos a diáspora como o destino que Deus nos impôs, até à vinda do Messias, considerando, deste modo, qualquer tipo de política do poder interdita aos judeus. O nosso caminho só pode ser espiritual. Para o judaísmo antisionista ortodoxo a religião é, e sempre será, a única fonte verdadeira da identidade judaica. Consequentemente, não existe qualquer tipo de ponto comum entre nós e as seitas sionistas, extremistas, disfarçadas de ortodoxas, como o movimento Kach-Kahane-Chabad-Lubawitch, entre outros, que são frequentemente apresentadas como representantes do judaísmo ortodoxo pelos media. Ao contrário destes movimentos, nós reconhecemos que, tanto bíblica como historicamente, a Palestina não pertence aos judeus. É por isso que centenas de milhar de judeus ortodoxos rezam pela dissolução do Estado de Israel e a devolução dessa terra ao povo palestiniano.

Há que salientar, como ponto de partida histórico, que já na I Guerra Mundial, a Inglaterra, para conseguir o apoio do lobby sionista americano, para os EUA entrarem na guerra, assinalou - contra todas as promessas feitas aos árabes - que toleraria em silêncio uma imigração judaica na Palestina. Algo que resultou na catástrofe que, até hoje, fez cerca de 6 milhões de refugiados palestinianos. Há que salientar que não pode ter sido medo do futuro que levou a maioria dos emigrantes para a Palestina, depois de 1945, já que na altura não existia qualquer tipo de perigo para os judeus na Europa. E foi sempre muito claro que uma imigração judaica maciça para a Palestina seria numa catástrofe para a população árabe.

Condições fundamentais do nosso plano de paz:

As condições fundamentais para uma paz mundial justa são, sem dúvida, a suspensão das terríveis e intermináveis perseguições da República Islâmica do Irão, do Mundo Islâmico e do povo palestiniano. Isto está intimamente ligado aos ensinamentos e às consequências do passado da Alemanha e do Vaticano, ou seja, com o facto incontestável que a Alemanha e o Vaticano desde o início eram, e ainda são, os maiores e mais maciços apoiantes do regime criminoso sionista. Se a Alemanha e o Vaticano estiverem dispostos a tirar as ilações e conclusões certas do seu passado, deviam garantir que pessoas inocentes jamais passassem por sofrimento igual ou pior. Deviam pôr-se ao lado dos mais oprimidos, isto é, dos palestinianos e do mundo islâmico que, até à data, têm de pagar um preço colossal pelo crime de outros (com o qual o Irão nada tem a ver). Ou seja, deviam apoiá-los realmente, em vez de, através do apoio dado aos opressores, prosseguirem com um Holocausto muitíssimo pior.

Acresce que é a Alemanha que fornece o armamento mais perigoso para o regime sionista, por exemplo, os famosos submarinos atómicos que também representam uma ameaça para o Irão.

Tanto a Alemanha como o Vaticano falsificaram, de propósito, factos históricos. Até se fizeram passar pelos salvadores do verdadeiro judaísmo, alegando que tinham actuado no seu interesse.

Uma possível solução do problema da Palestina está estreitamente ligada ao segundo alargamento da Europa, onde as consequências catastróficas da I e II Guerra Mundial ainda se fazem muito sentir. Aqui a luta dos países europeus é de proteger a sua identidade que, devido à elevada taxa de imigração, sobretudo na Alemanha e na Áustria, se transformou num problema existencial. No caso da Alemanha, acresce o facto que, após a expulsão de cerca de 15 milhões de alemães, a Polónia e a Tchechénia têm enormes territórios que são incontestavelmente alemães, mas que hoje estão abandonados e, em parte, devastados. Contra todos os princípios da União Europeia, a expulsão e a expropriação de milhões de alemãs, mediante o total desprezo pelos Direitos Humanos, continua ainda hoje.

Onde poderão estar as soluções concretas?

1.           Uma condição seria o regresso dos povos europeus a um legítimo orgulho nacional e às suas raízes culturais, ao qual pertence, evidentemente, uma fé profunda. Só depois é que se poderá restabelecer a desenraizada cultura europeia e recultivar a nível político.

2.           Seria possível o regresso à sua pátria original de uma parte significativa de judeus, oriundos da Polónia (Galiza) e dos territórios do Leste da Alemanha, que imigraram para a Palestina, algo que só poderia ser útil para a reconstrução desses países. Ao mesmo tempo, também devia ser legitimado o direito a uma pátria para os alemães desalojados.

3.           A concretização do princípio de igualdade para todos os desalojados a nível internacional, ou seja, para todos os árabes, alemães, judeus, etc. é a base para uma paz durável.

4.           Em Antuérpia, há centenas de judeus de língua polaca desempregados. Também estes podiam contribuir muito para o desenvolvimento económico da Polónia, na medida em que se instalasse, nos territórios do leste alemão, uma Bolsa de diamantes e se transferisse para lá os judeus acima mencionados, para iniciar uma grande obra de construção.

5.           Também se devia pensar no regresso dos israelitas turcos para a sua pátria de origem, correspondendo aos Direitos Humanos que agora estão lá em vigor.

6.           Finalmente, o regresso de todos os refugiados palestinianos à sua pátria é condição fundamental para qualquer paz verdadeira.

Para terminar, quero dar os meus sinceros parabéns à República Islâmica do Irão, aos seus dirigentes, a Sua Excelência o Presidente Mahmud Ahmadinedchad, pelos magníficos resultados obtidos em tão pouco tempo, ao povo do Irão, aos jovens a quem o regime sionista em todo o mundo quer roubar o futuro. Desejo a todos muita sorte, em todos os sentidos, na construção de um novo futuro. Como amigo de longa data do vosso país posso garantir-lhes que muito se podem orgulhar dos vossos dirigentes e afirmar que se encontram em boas mãos. Pela nossa parte, vamos activar todos os meios em nosso poder para atingir os acima mencionados objectivos.

Que Deus os proteja do regime sionista e guarde o vosso povo maravilhoso!

* Fonte: Peter Toepfer, participante na conferência (parcialmente sintetizado e corrigido)

Nota GRIFO: A presença dos cerca de meia dúzia de Rabi na Conferência de Teerão foi fortemente criticada. Muitos deles sofreram ataques de diversa ordem apôs o seu regresso. Este Rabi de Viena de Áustria viu os seus filhos expulsos do colégio que frequentavam. Resultado da intolerância da direcção do colégio em relação à opinião acima publicada. Quando, como de costume, este Rabi de Viena de Áustria, pouco em seguida, visitou o Campo de Auschwitz, para prestar homenagem aos seus familiares aí perdidos, acabou por ser atacado fisicamente de tal forma que pouco faltou para ser linchado. Porém não consta do Rabi ter retirado nem uma palavra sequer do que acima disse.


Lido: 4206

  Comentários (1)
1. Plano de Paz Internacional?
Escrito por Alfredo Braga, em 16-02-2008 22:41
Admirável o "mea culpa" do Rabino Friedman; pena que venha com um atraso de mais de sessenta anos. O vasto silêncio de pessoas conhecedoras das indignidades judeo-sionistas por mais de seis décadas, deve melhor avaliado. O que mudou no mundo para que agora nos venham contar o que sempre soubemos?

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