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Por Rainer Daehnhardt Tem sido relativamente comum no decorrer da História, que durante confrontos políticos entre Estados, prisioneiros peritos em falsificação de moedas sejam libertados e lhes seja encomendada a produção de grandes quantidades de notas do país adversário. Uma vez lançado no mercado financeiro internacional, este dinheiro falso, enquanto não é descoberto, acaba por enfraquecer as moedas verdadeiras, e consequentemente a economia do país emissor. Ainda há poucos anos, foram retirados de um lago da Baviera milhões de notas de libras inglesas tão bem falsificadas que certamente passariam por autênticas. Tratou-se de uma das "armas secretas" do Governo alemão que não chegou a ser utilizada.
Agora, porém, tudo mudou! Alguém tomou o euro como alvo e está a combatê-lo de uma forma única, nunca antes vista. Já são dezenas os bancos europeus que deram o alarme, tornando-se cada vez mais difícil esconder ao público esta nova frente de guerra, cuja existência e modus operandi desafia a mais fértil das imaginações. Milhares de notas de euro estão a ser devolvidas aos bancos pelos seus portadores porque se está a verificar que as mesmas se desfazem. Não só se partem com facilidade nas suas dobras como até se desmancham em milhares de fragmentos apenas com um simples toque de mãos. Aflitos, os portadores correm aos bancos para as trocar por notas novas. Perante esta insólita situação, inicialmente pensou-se tratarem-se de notas falsas. Contudo, exames cuidadosos revelaram o inesperado: tratam-se de notas verdadeiras que alguém está a submeter a algum tipo de “tratamento” (talvez por mergulho em alguma substância) que as faz reagir ao suor humano, de forma a que se desmanchem através do seu simples manuseamento. Todas as investigações levadas a efeito até hoje para se tentar descobrir o responsável por este “ataque” às notas de euro têm sido infrutíferas, havendo mesmo quem tenha pensado que algo estaria genericamente mal com as próprias notas. Paralelamente, estão a surgir novamente alertas acerca da mistura de dois metais nas moedas de euro, que comprovadamente são prejudiciais à saúde pública. A total ausência de respeito (ou amor) ao euro, que se generalizou nos países a ele submetidos, tem agora um novo tema de discussão. A precariedade física das notas poderá levar a que muitas pessoas queiram livrar-se das mesmas, evitando guardá-las nos colchões como frequentemente ainda se verifica. Nos meios financeiros internacionais é sabido que o dólar norte-americano está a lutar pela sua sobrevivência. A dívida pública americana é superior à soma de todas as dívidas estatais globais. O perigo da introdução da venda de petróleo em euros, já anunciado pela proposta das duas grandes novas bolsas de petróleo a inaugurar em breve (Teerão e Moscovo), bem como o lançamento maciço de dólares norte-americanos no mercado internacional pela República Popular da China (de momento o maior detentor desta moeda) podem facilmente causar a ruptura financeira da divisa norte-americana, o que trará consequências graves para a economia mundial. Mas porquê agora este ataque maciço, e até físico, contra o euro? Será a preparação de uma vingança de algum mau perdedor?
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1. Afinal... Escrito por Ricardo Zenner, em 16-02-2008 22:45 Afinal, tanto o dólar como o euro são regidos pela mesma organização globalista. Ou seja: os seus mentores e patrrões são os mesmos. Não se trata pois de qualquer «retaliação americana», mas talvez de algum patriota de um País da Europa que queira denegrir esta moeda abjecta que destruíu a sua moeda própria e está a destruir e a desagregar a sua economia. A propósito, segundo o Código Penal Português, quem introduziu o euro em Portugal, destruindo o Escudo deveria se julgado e condenado por «atentado contra a soberania». Essas pessoas deveriam apanhar até 20 anos de cadeia por destruírem a moeda, um dos símbolos de soberania nacional. Repare-se que a introdução do maldito euro provocou de imediato uma inflação de mais de 23%, a qual ainda é muito alta, contrariamente ao que o INE e os vários desgovernos afirmam. Basta fazer as contas. |
2. Dinheiro Escrito por Rogério Maciel, em 25-07-2010 12:13 Caro Rainer Daehnhardt , obrigado mais uma vez pela apresentação na Quinta Wimmer que adorei e por me ter assinado o seu livro dos Homens , Espadas e Tomates .É para mim uma honra .Queria perguntar-lhe o que pensa do seguinte : Nos locais aonde se fala nestes Tempos Finais , há quem diga que , o objectivo último dos Satânicos , é mesmo acabar com o dinheiro , sendo que , a fase seguinte , seria então a Marca da besta , ou o chip incorporado em cada ser humano como já fazem nos animais , com a , muito conveniente vantagem , de , então ,já não ser preciso nem cartões nem nada para pagamentos e identificação,podermos estar mais "seguros" e a restante Lavagem Cerebral que já sabemos . A minha pergunta é : Segundo alguns dos "espiritualistas " da Nova Era ( o que quer que isto queira dizer , mas que eu presinto ser muito mau), acabar com o dinheiro será muito bom , pois representa uma modificação interna e "espiritual" da Humanidade . Também , a longo prazo , Vejo a Humanidade a Viver sem necessidade do dinheiro , mas parece-me que existem demasiadas coincidências temporais , para que estes "espiritualistas" falem agora da mesma maneira , que os Satânicos do Poder Global ,só falam em segredo como estratégia para Tomarem o Poder e controlarem os seres como gado . O que acha ? Saudações da Lusitânia ! Rogério Maciel |
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