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"Toda a Verdade passa por três fases.
Primeiro, é ridicularizada.
Segundo, é violentamente atacada.
Terceiro, é aceite como evidente"
Schopenhauer

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Notícias
Pequenas Grandes Notícias!
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Por Rainer Daehnhardt

4) A Noruega Oscila

Na semana passada, uma das maiores revistas norueguesas, publicou um artigo denominado: «A NORUEGA ENTRE O OESTE E O ESTE».

Sendo a Noruega um parceiro de pleno direito da NATO, não estava minimamente prevista a hipótese de começar a pesar se havia ou não de permanecer na NATO. O facto de ser membro, obriga-a a entrar em qualquer conflito em que o TRATADO DE ALIANÇA DO ATLÂNTICO NORTE entre. No caso da Geórgia ou Ucrânia entrarem na NATO e a Federação Russa lhes fazer frente militarmente, encontrar-se-ia a Noruega imediatamente em guerra com a Federação Russa. Tal é impensável para os noruegueses! A Noruega possui (na Lapónia) fronteira directa com a Rússia. O norueguês, genericamente falando, prefere a neutralidade! A NATO transformou-se, após a dissolução do Pacto de Varsóvia, numa ferramenta da política americana. Quando estes exigiram que a Noruega enviasse tropas para a Somália, optou a Noruega em "ajudar" de outra maneira, aceitando refugiados políticos somalis. Cerca de 50.000 somalis passaram, desde então, a colorir a cenário social norueguês, sem contribuírem minimamente para o bem-estar deste Estado, bem pelo contrário sugam todas as ajudas sociais possíveis!

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por Rainer Daehnhardt

1) Presidente da RFA nega-se a assinar o Tratado de Lisboa

Um deputado da República Federal Alemã apresentou queixa no Tribunal Constitucional por não concordar com o Tratado de Lisboa. Tal obrigou as mais altas instâncias jurídicas alemãs a debruçarem-se promenorizadamente sobre o Tratado. Este facto levou o gabinete do Presidente da RFA a rever a sua posição em relação ao Tratado. Com grande susto geral, compreendeu-se que o parlamento da RFA tinha concordado, sem ler devidamente um tratado, que leva à extinção das soberanias nacionais e à submissão a comissários de tipo soviético, que não são votados por ninguém, e seus tribunais arbitários, sem direito a recurso.

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