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"Toda a Verdade passa por três fases.
Primeiro, é ridicularizada.
Segundo, é violentamente atacada.
Terceiro, é aceite como evidente"
Schopenhauer

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Opinião
“Migrantes”, Defesa Nacional, coisas graves e parvoíces avulsas
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Por João José Brandão Ferreira, Oficial Piloto Aviador (6/6/15)

«E ainda muitos dos meus naturais que,
Por alguns negócios estão desterrados dos meus reinos,
é melhor que estejam aqui fazendo serviço a Deus e
cumprindo sua justiça, do que irem-se
para terras estranhas e desnaturarem-se para sempre
da sua terra.»
Fala de D. João I, in “Crónica da Tomada de Ceuta”, de Zurara

Parece que passámos a ter uma nova classe de cidadãos no mundo: Os “migrantes”!

De um dia para o outro, deixou de se falar em imigração/emigração; refugiados; fugitivos; párias; perseguidos políticos, etc.; passámos a ter migrantes.

Fomos ao dicionário ver: vem do latim e designa aquele que muda de país.

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A Rosa Mística e a Terceira Missão
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Por Eduardo AmaranteImage

É nos momentos difíceis que o Português revela o que de melhor tem dentro de si.

Quando, por todo o mundo, o Papa e a Igreja são ferozmente atacados, Portugal acolhe com a sua proverbial hospitalidade e, mais do que isso, com o seu coração místico, Bento XVI, dando testemunho vivo da sua genuína espiritualidade e da sua grandeza de alma. Quando os outros vilipendiam e enterram, Portugal eleva e glorifica.

Com a visita Papal, Portugal recebeu de Bento XVI uma inestimável mensagem de esperança, mas também deu a Sua Santidade todo o seu fervor místico, assente na sua natural vocação humanista e universal.

Num mundo cada vez mais globalizado no materialismo, Portugal reafirmou a contra-corrente de um espiritualismo que se quer universalista. É um reduto de esperança num mundo que se desmorona sem fé e sem crenças.

Bento XVI, ainda no avião e antes de pousar em solo lusitano, assinalou que o maior inimigo da Igreja e da Fé cristã reside no seu próprio seio e também disse explicitamente que o perdão cristão não substitui a justiça, condenando inequivocamente as nódoas pecaminosas de ovelhas transviadas.

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Aos mortos da Guerra do Ultramar
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Por João José Brandão Ferreira – [TcorPilAv (ref.)]

As últimas campanhas militares ultramarinas portuguesas – ultramarinas porque se desenrolaram em terras onde os portugueses se estabeleceram além-mar – tiveram início no Estado Português da Índia, em 1954, quando se reforçou aquele território militarmente, por a ameaça assim o justificar; continuaram em Angola com o deflagrar do terrorismo, em 1961, e na Guiné e Moçambique, respectivamente em 1963 e 1964, com o início da guerrilha. Pelo caminho ficou a mesquinha ocupação da fortaleza de S. João Baptista de Ajudá, pelo Daomé, em 1 de Agosto de 1961 – facto de que já ninguém se deve lembrar – e o reforço de todos os restantes territórios, como precaução, havendo a registar uma séria alteração da ordem pública, em Macau, em 1966, no auge da revolução cultural maoísta.

Directa ou indirectamente ligados a todos estes eventos, foi ainda necessário intervir ou fazer face, aos acontecimentos resultantes da secessão do Catanga, entre 1960 e 1963; à guerra do Biafra, entre 1967 e 1970 e ao bloqueio do canal da Beira, por parte da Inglaterra a partir de Janeiro de 1966, na sequência da independência unilateral da Rodésia. Na Metrópole europeia teve ainda que se fazer frente, a partir dos anos 70, a um conjunto de atentados violentos e propaganda subversiva, por parte de algumas organizações clandestinas de orientação comunista e que visavam protestar e, objectivamente, prejudicar o esforço de guerra em que a nação estava empenhada.

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Desgraça Americana?
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Um grito de alerta

Por Rainer Daehnhardt*

Ao observador atento não passa despercebido que os Estados Unidos se preparam para a possibilidade de novas guerras a nível externo e interno.

Caso tal aconteça, e tudo assim o indica, não vai ser uma nova Guerra Civil entre uma União de Estados do Norte e uma Confederação de Estados do Sul. Vai ser algo muito diferente.

Os Governos distanciaram-se de tal modo das populações, cujos interesses deviam defender, que o divórcio parece inevitável e violento!

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Portugal – Que missão!
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Por Eurico Ribeiro

A época sombria em que vivemos tem sido paradoxalmente um motor de esperança e virtude do aparecimento de muitos indícios que levam à redescoberta do país onde nascemos, dos nossos antepassados e das verdadeiras potencialidades que possuímos. Como portugueses que somos, descendentes da “ínclita geração”, espero que sejamos merecedores de levar por diante a missão à qual por destino nos encontramos ligados.

Estou de acordo quando se fala da letargia e da falta de esperança que tem assolado o povo Português, eu próprio passei por esse sentimento que durou alguns anos, cujos efeitos espero saber ultrapassar. Esse foi o tempo necessário até compreender o que realmente somos e valemos como povo milenar.

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