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"Toda a Verdade passa por três fases.
Primeiro, é ridicularizada.
Segundo, é violentamente atacada.
Terceiro, é aceite como evidente"
Schopenhauer

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Desde 13/06/06

Sociedade
A UE planeia prisão fiscal
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Bruxelas quer suspender a liberdade de mudança e a liberdade de estabelecimento, na Europa, devido a uma pretensa fuga legal de impostos. Os estabelecimentos e os cidadãos em questão terão de provar que, para além dos motivos tributários, têm mais motivos para a sua mudança para um outro país.

A Comissão da União Europeia quer tomar medidas contra empresas e cidadãos ricos para que não se subtraiam à tributação, movendo-se de país para país dentro da UE. Os Estados-membros da UE teriam de introduzir uma “cláusula anti-abuso” nas suas legislações fiscais nacionais para acabar com esta situação, segundo o jornal Handelsblatt, de quarta-feira, que o soube através dos círculos ligados à Comissão. A cláusula possibilitaria ao fisco fiscalizar empresas e pessoas particulares que estivessem dispostas a emigrar. As empresas e as pessoas teriam de provar que para além dos motivos fiscais também tinham outros motivos para quererem emigrar para outros países.

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A política está no fim! Haverá uma revolução suave?
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Reflexões sobre a eliminação geral dos partidos políticos.

Por Eva HermanImage
Kopp Verlag Online

O que é que é mais impopular? Os políticos ou os seus partidos? Correcto: Estão bem uns para os outros. É como o vómito está para a saliva. Será que estou a ser mazinha? Longe disso. Os cidadãos da Alemanha, os eleitores da Europa já não querem saber deste sistema. Todas as sondagens demonstram que a confiança nos partidos e nos seus dirigentes está muito por baixo. Chegou a altura de se pensar seriamente na abolição de todos os partidos políticos.

Imagine que chega o dia de amanhã e que já não existem. Tão pouco existem políticos. Não há verdes, vermelhos, azuis, amarelos, castanhos, etc. no panorama político, nem primeiro-ministro, nem ministros federais, secretários de estado, ou deputados. Aquilo que mais ou menos legitimou e manteve unidos todos os sistemas políticos, desde o Império, tudo eliminado! Não se vê nenhum cabeçalho sobre disputas partidárias, incumprimento de promessas eleitorais, o fim da € convulsão, a dissolução de perfis políticos para o centro, podendo-se escolher com confiança a esquerda ou a direita. As especulações sobre os Bilderberger e demais organizações secretas mundiais seriam águas passadas e jornalista algum teria de bajular ou ameaçar alguém com revelações desagradáveis porque – imagine – o sistema partidário teria deixado de existir.

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CELENTE já coloca o Apocalipse em 2011
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Por Udo Ulfkotte
Fonte: KOPP ONLINE (23.4.2011)

Segundo Gerald Celente, investigador do futuro, já não é possível afastar o Apocalipse de 2011.

Os leitores dos sítios do Kopp Verlag, na Internet, estão acostumados a más notícias. Mas, em comparação com o que Gerald Celente, um dos investigadores do futuro de renome mundial, escreve no sua nova newsletter “The Trends Journal”, as notícias até agora publicadas no Kopp Verlag poderão ser consideradas extremamente boas. Em todo o caso, o título da sua mais recente previsão é: “A primeira grande guerra do Século XXI – Preparem-se para a luta pela sobrevivência!”. Celente não está a falar do Congo, nem de qualquer outra zona de guerra distante. Ele prevê que o esforço militar para a sobrevivência será já em 2011 e mesmo à nossa porta. Celente é, provavelmente, o primeiro investigador do futuro que exorta abertamente os seus leitores civis a armarem-se.

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Presidente da UE declara o fim das nações!
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ImageNesta última terça (9/11/10), o presidente do Conselho Europeu, Herman von Bilderberg, quer dizer Van Rompuy, discursou sobre «a situação da Europa» no Pergamonmuseum em Berlim. Foi convidado pela Fundação Konrad Adenauer, a Fundação Futuro Berlim e a Fundação Robert Bosch. No seu primeiro discurso na Alemanha, disse que existe uma crescente hostilidade contra a União Europeia e a ideia, de que alguns países poderiam deixar a União, seria um incentivo ao nacionalismo agressivo que poderia levar à guerra.

«Precisamos combater juntos o perigo do novo eurocepticismo. Isto não é o monopólio de alguns países», disse. «Em qualquer país membro, existem pessoas que acreditam que o seu país pode sobreviver por si só num mundo globalizado. Isto é mais do que uma ilusão, é uma mentira».

Van Rompuy e outros burocratas da UE estão preocupados com o aumento da influência dos grupos de eurocépticos, como o britânico UKIP, na Grã-Bretanha, para além da Alemanha e Holanda. Ele crê que o novo nacionalismo se baseia no medo.

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